Intervalo desmama – cio em porcas com um ativador de agilidade intestinal

O intervalo desmama – cio é chave para melhorar os índices de nascimentos e aumentar o tamanho das leitegadas subsequentes. O estresse calórico é um dos fatores conhecido por ter um impacto significativo nos intervalos desmama – cio. Um ativador de agilidade intestinal foi avaliado em dietas comerciais de porcas para observação da resposta no desempenho reprodutivo pós desmame em clima quente.

Fatores que afetam o intervalo desmama – cio

O intervalo desmama – cio é economicamente relevante pois afeta o número de dias não produtivos e, consequentemente, o custo de manutenção e a eficiência da porca. Os métodos de detecção e a capacidade dos técnicos em reprodução desempenham um papel importante para este parâmetro, porém existem outros fatores que precisam de um gerenciamento cuidadoso e otimização para garantir curtos intervalos desmama – cio.

A duração da lactação por exemplo, precisa ser otimizada uma vez que quanto menor o período de lactação, maior a probabilidade de o intervalo desmama – cio ser aumentado. A ingestão adequada de ração, especialmente durante os primeiros 7 a 10 dias de lactação é fundamental para repor as reservas corporais que controlam o desempenho reprodutivo subsequente. É também por isso que muitos estudos demonstram que altas temperaturas ambientais prolongam os intervalos desmama – cio reduzindo as taxas de prenhez por impactarem na ingestão de ração da porca na lactação. Um bom projeto de ventilação e sistemas de resfriamento suplementar na maternidade e a ingestão adequada de água também desempenham papel importante.

Impacto do estresse térmico no intervalo desmama – cio.

Pesquisadores relataram aumento do intervalos desmama – cio de 2 a 4 dias em porcas sob temperaturas >35°C versus <30°C. Outros mostraram que valores altos no índice de umidade e temperatura (IUT > 82) resultou em uma maior porcentagem de primíparas e multíparas com um intervalo de desmasme – cio  > 8 dias. Isso foi explicado em parte devido à redução da ingestão de ração em resposta às altas temperaturas particularmente durante a lactação.

Estudos mais recentes mediram o impacto do estresse térmico em porcas sobre o status oxidativo em diferentes estágios do ciclo reprodutivo e relataram aumento do estresse oxidativo em porcas ao redor do final da gestação em porcas mantidas sob temperaturas acima de 25°C em comparação com porcas mantidas a temperaturas mais moderadas. Isso foi associado à redução do desempenho reprodutivo na forma de diminuição do tamanho das leitegadas ao nascimento e ao desmame.

O aumento do estresse oxidativo pode, no entanto, também levar a um aumento das respostas inflamatórias na porca e um aumento na demanda de energia de manutenção, o que novamente poderia ter um impacto no intervalo desmama – cio.

Efeito de Anco FIT no desempenho reprodutivo pós-desmame

O ativador de agilidade intestinal Anco FIT foi avaliado em um teste desenhado para observar o impacto no desempenho reprodutivo anual de porcas na fase depós-desmame em uma granja comercial em Córdoba, Argentina.

Desenho do teste

Anco FIT foi incluído às dietas de lactação durante um ano a partir de setembro de 2019 em uma granja comercial com 380 fêmeas. Foram monitorados mensalmente os principais indicadores de desempenho pós desmame, como o intervalo desmame – cio e percentual de repetições de cio, até agosto de 2020. Nem uma outra alteração na dieta foi feita durante este período. O desempenho foi comparado ao do ano anterior onde não havia Anco FIT nas dietas.

Resultados

A inclusão de Anco FIT às dietas reduziu a média anual de intervalo desmama – cio em 31% (11,6  vs  8,0 dias) e repetição de cio em  24%. A melhora observada em repetições de cio foi particularmente acentuada nos meses de verão  (novembro a março) (10,4% vs 6,3%).

Conclusão

A suplementação com  Anco FIT para porcas durante a gestação e lactação melhorou os principais parâmetros anuais de desempenho reprodutivo pós-desmame e o impacto foi particularmente mais evidente durante os meses de verão, que são os mais quentes na Argentina..

Os resultados podem, em certa medida, ser explicados pela melhoria na ingestão de ração de lactação das porcas sob condições de estresse calórico, como demonstrado em um ensaio anterior na fase de lactação com Anco FIT.  Além disso, Anco FIT inclui componentes com propriedades antioxidantes que podem ter auxiliado a redução do impacto negativo do estresse oxidativo nas porcas em estágios cruciais do ciclo reprodutivo e disponibilizado mais energia para o desempenho reprodutivo.

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Resiliência na pecuária leiteira – 3 razões para manter suas vacas ágeis

O ambiente competitivo para a pecuária leiteira exige estratégias de gestão agrícola para sistemas de produção resilientes que possam se recuperar ou se adaptar às mudanças nas condições ambientais, sociais ou econômicas. Provavelmente não houve outra situação como a atual crise covid 19 que prova o quão importante é a resiliência para os sistemas de produção.

A resiliência se aplica à fazenda, mas também aos animais de forma individual. Vários programas de pesquisa em diferentes partes do mundo estão investigando maneiras de melhorar geneticamente a resiliência em vacas leiteiras. A resiliência na vaca é determinada por sua capacidade adaptativa, que é o mecanismo animal que a capacita a lidar com distúrbios internos ou externos, estressores ou com mudanças no ambiente.

Aqui estão as principais razões para encontrar maneiras de melhorar a capacidade adaptativa em vacas leiteiras ou em outras palavras, para manter as vacas leiteiras ágeis.

1) Produtividade e qualidade consistentes do leite

Reações comuns aos estressores presentes nas dietas e no ambiente, são estresse oxidativo, inflamação no nível celular, mudanças na eficiência do rumen e redução da ingestão de ração. Todos eles levarão a energia desperdiçada e aumento da energia de manutenção ou redução da ingestão de energia, o que novamente terá consequências para o rendimento e qualidade do leite. Melhorar a capacidade adaptativa das vacas leiteiras ajudará a reduzir as reações de estresse em resposta aos desafios e estressores e, consequentemente, o impacto que podem ter na produção e qualidade do leite. Como resultado, há menos flutuações e menos desvios da produtividade e qualidade esperadas do leite, o que também significa lucratividade mais estável.

2) Manejo do período de transição em vacas de leite

O período de transição é um período exigente para as vacas leiteiras e quando elas não se adaptam fisiologicamente às demandas do parto e ao início da produção de leite, o estresse metabólico resultante leva a distúrbios com consequências negativas para a produção de leite, eficiência de reprodução e longevidade. Melhorar a capacidade adaptativa pode permitir que a vaca leiteira passe pelo período de transição com mais sucesso.

3) Escassez de mão-de-obra qualificada para a pecuária leiteira

Um dos pontos nevrálgicos dos produtores de leite hoje é atrair mão-de-obra qualificada. Os agricultores estão tendo dificuldades em encontrar pessoas para trabalhar nas fazendas. Em algumas regiões está difícil encontrar mão-de-obra local e muitos produtores de leite dependem de trabalhadores migrantes dentro de sua força de trabalho. Assim, a crise de Covid 19 e possíveis restrições de movimentação Inter regionais de pessoas podem agravar ainda mais a escassez de mão-de-obra qualificada nas fazendas leiteiras. A escassez de mão-de-obra qualificada significa que cuidar da saúde das vacas e do desempenho ideal torna-se mais desafiador. Uma solução para isso é o melhoramento genético visando vacas mais resistentes de manejo mais fácil. Ter uma nutrição voltada para maior capacidade adaptativa, aumentando a resiliência em vacas leiteiras pode fazer a diferença na quantidade de cuidado que uma vaca requer e, portanto, na quantidade de trabalho necessária na fazenda.

Soluções nutricionais

Novos conceitos nutricionais, como ativadores de agilidade intestinal, são projetados para suportar a capacidade adaptativa e manter os animais ágeis por meios nutricionais para uma melhor resiliência.

O ativador de agilidade intestinal Anco FIT ajuda a vaca a se adaptar aos desafios nutricionais e ambientais de forma mais eficiente, minimizando reações de estresse oxidativa, como estresse oxidativo e redução da ingestão de ração, o que de outra forma afetaria o desempenho e o bem-estar dos animais. Estresse térmico, período de transição e micotoxinas são fatores conhecidos que normalmente levam ao aumento do estresse oxidativo e ou à redução da ingestão de ração.

Mantenha você e suas vacas ágeis

A aposta mais segura para manter você e suas vacas no jogo diante da imprevisibilidade e mudança é dar suporte e manejar a capacidade adaptativa de suas vacas e de seus negócios. Em outras palavras, a agilidade ou a capacidade de se adaptar aos desafios e mudanças é a chave para o sucesso a longo prazo. Manter-se aberto ao aprendizado contínuo e às novas tecnologias ajudará a se manter ágil. Repensar como criamos e alimentamos os animais para promover a resiliência manterá as vacas ágeis. E já existem grandes tecnologias por aí que podem ajudar a monitorar o progresso que fazemos nisso.

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Alimentando porcas e leitões para a resiliência de leitões ao estresse de desmame

A forma como os leitões lidam com o estresse de desmame tem um impacto significativo em seu desempenho subseqüente. Um ensaio comercial em matrizes suínas supervisionado pela Universidade de São Paulo no Brasil avaliou o desempenho pré-desmame de leitões em resposta a um programa de alimentação envolvendo o ativador de agilidade intestinal Anco FIT.

Estressores no desmame

Durante o processo de desmame, o suíno é submetido a uma série de diferentes estressores: separação abrupta da porca, transporte e manuseio de estresse, mudança na dieta,estresse da hierarquia social, mistura com leitões de outras ninhadas, mudança no ambiente, aumento da exposição a patógenos e antígenos ou alérgenos da dieta ou ambientais.

O que importa é como o leitão se adapta ao estresse de desmame

O leitão deve adaptar-se ao estressores rapidamente, a fim de melhorar sua performance produtiva, tornando-se mais saudável e eficiente. No nível celular e intestinal, os estressores na fase do desmame causarão reações ao estresse, como estresse oxidativo, redução da integridade intestinal, redução da ingestão de ração e respostas inflamatórias. A extensão dessas reações determinará o impacto do estresse de desmame na saúde e no desempenho subsequentes do leitão. Isto significa que controlar o leitão para reduzir as reações do estresse, conduzirá a um suíno mais resiliente, isto é, menores flutuações negativas no desempenho e consequente melhor saúde.

Solução nutricional para uma maior resiliência

Um ativador de agilidade intestinal é uma solução de alimentação projetada para ajudar o animal a se adaptar aos estressores de forma mais eficiente por meios nutricionais. Parte de sua fórmula é uma combinação de compostos bioativos derivados de ervas e especiarias conhecidas por reduzir as reações comuns ao estresse, como estresse oxidativo e redução da integridade intestinal.

Administrar o ativador de agilidade intestinal para as matrizes suínas altamente prolíficas durante a lactação tem como objetivo para melhorar a energia disponível para a produção de leite devido à redução da extensão das reações de estresse na matrizes suínas. Como resultado, o crescimento pré-desmame de leitões é melhor,o que mais uma vez ajuda os leitões a serem mais fortes no desmame.

Na dieta pós-desmame para leitões, o ativador de agilidade intestinal tem como objetivo, ajudar a reduzir as reações de estresse em resposta aos estressores de desmame no nível celular e intestinal em leitões. Isto deve então aumentar a energia disponível para o crescimento, uma vez que que as reações do esforço aumentariam normalmente e a energia da manutenção também e tornariam os leitões mais suscetíveis à doença.

Avaliação de um ativador de agilidade intestinal em uma unidade produtora de matrizes suínas com ciclo completo no Brasil

O departamento de Ciência Animal da Universidade de São Paulo avaliou o ativador de agilidade intestinal Anco FIT em um programa de alimentação destinado a melhorar a adaptação ao desmame em leitões em uma fazenda comercial com ciclo completo.

Projeto experimental

100 porcas (PIC X Camborough) foram divididas em dois grupos 14 dias pré-parto. Um grupo foi alimentado com uma dieta controle de milho-soja e o outro grupo foi alimentado com a dieta controle, incluindo 1kg/t de Anco FIT até o final da lactação. O tamanho médio da leitegada por matriz suína após o uso foi de 14 leitões. Os leitões foram pesados após o nascimento e no desmame (26,5 dias). Os leitões permaneceram dentro dos grupos desmamados. Leitões de porcas alimentadas com Anco FIT receberam Anco FIT em suas dietas pós desmame. Ambos os grupos de leitões foram pesados no dia 22 e dia 33 pós-desmame.

Resultados

Leitões de porcas alimentadas Anco FIT em suas dietas apresentaram pesos mais elevados de desmame, apesar de ser, em média, 1 dia mais jovem no desmame do que leitões de porcas de controle. Na fase pós-desmame, os leitões Anco FIT cresceram significativamente mais rápido do que os leitões do grupo controle e tiveram pesos significativamente maiores no dia 22 e no dia 33 após o desmame (+9,2% e +9,3%, respectivamente). Isto deveu-se principalmente a um aumento significativo da taxa de conversão de ração (C.A) nos leitões Anco FIT pós-desmame.

Conclusão

Uma estratégia de alimentação que compreende a utilização do ativador de agilidade intestinal Anco FIT nas dietas em lactação, seguida pela adição de Anco FIT às dietas de leitões melhoram o desempenho geral do leitão do nascimento ao dia 33 em comparação com o grupo controle em uma fazenda comercial com ciclo completo. A C.A. melhorada visto em leitões no grupo Anco FIT no período pós-desmame pode ser explicado pela ação do Anco FIT ajudando a reduzir as reações de estresse no nível celular e intestinal e, assim, economizando energia para o crescimento.

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O estresse biológico dos primeiros leitões desmamados. Journal of Animal Science, 2013

Ativador de agilidade de adaptação intestinal – linha de produtos Anco FIT agora disponível em mais de 30 países

O Anco FIT é o primeiro ativador de agilidade de adaptação intestinal no mercado e agora está disponível em mais de 30 países em todo o mundo.

A agilidade de adaptação intestinal descreve a capacidade do animal de se adaptar aos estressores mais rapidamente em uma resposta mais eficiente. Torna o animal mais robusto diante dos desafios presentes na dieta e estressores. Reescrevendo um pouco uma citação famosa para melhor entendimento: “não são o mais saudáveis que sobrevivem são os mais adaptáveis às mudanças.”

O foco está em capacitar a adaptabilidade do animal para uma maior resiliência.

Evidências científicas sugerem que para a seleção genética, melhorar a capacidade dos animais para lidar com estressores pode ser uma maneira melhor de melhorar o desempenho do que selecionar apenas para o aumento do potencial de crescimento.

Portanto, aumentar a capacidade de adaptação dos animais aos estressores de forma adequada por meios nutricionais, oferece uma alternativa imediata para melhorar o desempenho e a vantagem competitiva na produção animal.
O intestino é particularmente sensível a diferentes estressores. É por isso que o foco está no intestino para capacitar os animais para lidar com os estressores.

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Obtenha mais sólidos lácteos por dia e comece a impulsionar os lucros de 2018 a partir de agora

Os níveis de sólidos do leite, como proteína e gordura, são fatores importantes no manejo do rebanho leiteiro. Estudos indicaram que muitos rebanhos produzem sólidos lácteos abaixo da média para seu mercado e sua raça, o que representa uma oportunidade para melhorar a produção de componentes lácteos e a renda da venda do leite.

Existem muitos fatores que podem afetar a gordura e proteína do leite e podem ser manipulados para obter maiores níveis de componentes lácteos. O manejo nutricional e práticas de alimentação provavelmente vão alterar rápida e dramaticamente a produção de gordura e proteína do leite.

Estratégias nutricionais para altos níveis de sólidos lácteos

A nutrição e o manejo da alimentação são consideradas as melhores soluções para problemas de proteína ou gordura no leite, além da genética. A diminuição da gordura do leite pode ser atenuada dentro de 7 a 21 dias alterando a dieta. As alterações na proteína do leite levam pelo menos 3 semanas ou mais.

Qualquer dieta ou fator de manejo que afete a fermentação ruminal pode alterar os níveis de gordura e proteína do leite. A redução da produção de proteínas microbianas no rúmen devido a desequilíbrios nutricionais ou alimentares podem reduzir a proteína láctea como resultado de menor produção de proteína microbiana disponível ao animal e também reduzir as taxas de gordura no leite, ao limitar a produção de ácidos graxos voláteis ( AGV) no rúmen.

Benefícios do fornecimento de Anco FIT para vacas leiteiras

Vacas leiteiras suplementadas com rações contendo Anco FIT foram avaliadas em pesquisas e ensaios de campo visando verificar o aumento da produção de proteínas e gorduras lácteas e impacto sobre a rentabilidade, incluindo o custo do produto na dieta.

A Figura 1 mostra o incremento médio do rendimento de proteína e gordura no leite em 8 ensaios em 4 diferentes países (Áustria, Alemanha, EUA e República Tcheca). As raças dos rebanhos estudados incluíram Holstein, Simmental, Montbeliarde e Pardo Suiço.

Aumento nos níveis de sólidos no leite.

O incremento médio dos níveis de sólidos do leite (%) com Anco FIT em 8 ensaios foi:
Nível de gordura no leite (%): aumento de + 4,55%
Nível de proteína do leite (%): aumento de + 2,43%

Aumento do rendimento de sólidos no leite (Figura 1)

O incremento médio no rendimento de sólidos do leite com Anco FIT em 8 ensaios foi:
Rendimento diário de gordura no leite (kg): aumento de + 6,61% com Anco FIT
Rendimento diário da proteína do leite (kg): aumento de + 4,18% com Anco FIT.

Benefício econômico – US$ 0.60 / vaca / dia

Com os preços atuais (USDA, 4 de janeiro de 2018) para a gordura do leite (US $ 2,49 / lb) e proteína do leite (US $ 2,04 / lb) para a produção de leite nos Estados Unidos, o incremento nos componentes lácteos do leite nos animais suplementados com Anco FIT significaria um aumento de US $ 0,60 / vaca / dia na renda do produtor ao se utilizar os dados de desempenho médio dos rebanhos leiteiros dos 8 testes listados abaixo.

Sobre Anco FIT

Anco FIT é um ativador da agilidade de adaptação intestinal concebido para ajudar os animais a lidarem com os fatores de estresse nutricionais de uma maneira mais eficiente e melhorar a fermentação ruminal, resultando em melhor qualidade do leite e em em termos de rendimento dos componentes lácteos.
Obtenha mais informações sobre Anco Fit no link: O que é Anco Fit?

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Gerenciamento de custo-eficácia das dietas suínas com Anco Fit

A consistência na relação custo-eficácia das dietas de suínos pode ser de difícil controle, porém é determinante para a rentabilidade do negócio. Novas abordagens na nutrição de suínos concentram-se na gestão da agilidade de adaptação intestinal para retornos mais seguros.

Com até 70% do custo de produção advindo do custo das rações, a consistência da relação custo-eficácia das dietas é fundamental para a rentabilidade. Para maximizar a oportunidade de lucro, os produtores devem ser cuidadosos no desenvolvimento de estratégias nutricionais que resultem em melhores retornos sobre os investimentos e / ou margem feitos sobre os custos de alimentação e instalações. No entanto, os estressores nutricionais presentes nas rações, os quais reduzem a digestibilidade de nutrientes, como endotoxinas, fatores anti-nutricionais e micotoxinas, muitas vezes frustram o que se esperava da resposta de desempenho das dietas. Dependendo da maior presença ou ausência desses estressores, a mesma dieta pode diferir em custo-eficácia. Esses estressores muitas vezes não são fáceis para o nutricionista controlar e são parte da realidade que os animais estão enfrentando nos sistemas de produção modernos.

Estressores nutricionais reduzem a relação custo-eficácia

Quando do desafio com estressores nutricionais, reações de estresse como, redução da integridade intestinal estresse oxidativo, inflamação, redução do apetite e alterações na microbiota intestinal, serão ativadas no animal. Isto não somente reduz a performance de crescimento, mas também prejudica a conversão alimentar e consequentemente a relação custo-eficácia das dietas. A conversão alimentar é prejudicada porque a energia destinada a produção é desperdiçada nas reações ao estresse.

Por exemplo, sob condições de estresse oxidativo e inflamação, 30% da redução de performance se explica pelo catabolismo e conversão alimentar necessária para controle da inflamação.

O estresse oxidativo é definido como a presença excessiva de Espécies Reativas do Oxigênio (ERO) frente a capacidade antioxidante disponíveis das células animais. O estresse oxidativo é um dos principais eventos observados no curso de doenças inflamatórias.

Aumentos na permeabilidade intestinal elevam a possibilidade de translocação de bactérias e/ou suas toxinas através da barreira intestinal. A endotoxemia resultante pode desencadear o início e a progressão de enfermidades. O aumento da translocação de endotoxinas através da barreira intestinal também podem estimular as células imunitárias a produzir citocinas pró-inflamatórias e prostaglandinas como PGE2, resultando assim em inflamação de baixo grau, o que novamente pode desperdiçar energia metabólica.

Independente da causa desencadeante, a resposta imune inata e inflamatória é ativada no animal com o objetivo de uma melhor capacidade para fazer frente a fatores de estresse infecciosos e não infecciosos. Ao mesmo tempo, esta resposta necessita ser controlada com precisão para evitar danos teciduais e desperdício de energia metabólica.

É sabido que certas micotoxinas, como DON (deoxivalenol), causam em suínos os tipos de reações de estresse mencionadas anteriormente. A DON também tem impacto significativo na redução de ingestão de alimentos em suínos, o que resulta em taxas de crescimento reduzidas. A DON é globalmente a micotoxina mais prevalente em ingredientes para nutrição animal e é de difícil controle e portanto pode ter um papel importante na relação custo-eficácia das dietas.

O que acontece se os suínos forem mais resistentes

O ideal seria que a resposta a estressores nutricionais consumissem o mínimo possível de energia ou que estas respostas tivessem a menor intensidade possível para termos melhor e mais consistente eficácia alimentar. Este seria o caso se os animais fossem inerentemente mais resistentes a fatores de estresse nutricionais ou fossem capazes de adaptarem-se a estes fatores de forma mais eficiente do ponto de vista energético.

Evidencias científicas sugerem que em matéria de seleção genética, melhorar a capacidade dos animais para fazer frente a fatores de estresse pode ser uma das melhores maneiras de aumentar a performance produtiva do que somente selecionar visando maior potencial de crescimento. Isto significa que o suíno deve ser capaz de adaptar-se mais rápido e de forma mais adequada às mudanças na dieta e aos fatores de estresse para alcançar rendimento eficiente de crescimento. A seleção genética seguramente vai desempenhar um papel importante para o avanço nesta capacidade dos animais.

Estratégias nutricionais que dão suporte a velocidade e a eficácia com que os animais se adaptam aos estressores oferecem uma vantagem competitiva mais imediata na produção suína. Mais importante ainda, a capacidade do animal para fazer frente aos fatores de estresse também afetará o retorno do investimento das formulações das dietas e a rentabilidade do produtor.

Gerenciamento da agilidade intestinal visando animais mais vigorosos

O intestino é particularmente sensível aos fatores de estresse, desta forma, a ênfase deve ser dada ao intestino quando se quer melhorar a resposta adaptativa do suíno. A agilidade de adaptação intestinal é um novo termo definido para descrever a capacidade animal para adaptar-se aos fatores de estresse nutricionais através de resposta mais eficiente do ponto de vista energético e de forma mais rápida do que o faria normalmente. Os conceitos nutricionais de agilidade estão desenhados para capacitar os animais a adaptarem-se a uma variedade de fatores de estresse nutricionais, incluindo micotoxinas, tornando-os mais vigorosos e energeticamente mais eficientes. Se baseia em substâncias bioativas derivadas de plantas que reduzem as reações negativas ao estresse, como inflamação, estresse oxidativo, redução da integridade intestinal e diminuição do consumo de alimento geralmente observada em resposta a estes fatores.

Os animais se tornam mais vigorosos frente aos desafios da dieta, o que resulta em um maior rendimento e bem-estar. Isto novamente contribuirá para a consistência na rentabilidade das dietas sob condições comerciais.

Indicações Anco FIT

Anco FIT é um ativador da agilidade de adaptação intestinal desenhado para o gerenciamento da agilidade de adaptação intestinal por meios nutricionais e é utilizado como um aditivo ao alimento completo. O uso de Anco FIT nas dietas suínas permite aos animais adaptarem-se aos fatores de estresse nutricionais de forma mais eficiente e a expressarem todo o potencial produtivo. Para o nutricionista, proporciona maior controle sobre a eficácia das dietas.

Dietas pré iniciais: Anco FIT é recomendado nas dietas pré iniciais para ajudar os leitões a adaptarem-se ás transições de alimento de forma mais rápida e para dar suporte as defesas contra os fatores de estresse nutricionais, incluindo micotoxinas. Os resultados esperados incluem o aumento do consumo de alimento e crescimento durante esta importante etapa de desenvolvimento

Dietas de crescimento e terminação: Devido ao alojamento em grupos, o consumo de alimento geralmente fica limitado por fatores físicos e de comportamento e a energia disponível nas dietas determinará o rendimento comercial, particularmente na fase de terminação. Anco FIT é indicado a dietas de suínos nas fases de crescimento e terminação para reduzir o desperdício energético resultante das reações de estresse como inflamação e estresse oxidativo. O incremento da agilidade de adaptação intestinal também dá suporte a absorção eficiente dos nutrientes no intestino. Os resultados esperados incluem maior eficiência alimentar, especialmente frente aos fatores de estresse nutricionais.

Dietas de lactação: As demandas energéticas em fêmeas modernas de alta prolificidade são incrivelmente altas durante a lactação. A utilização eficiente da energia durante a fase de lactação não só afetará o rendimento da leitegada, como também a posterior performance reprodutiva desta fêmea.
Anco FIT é recomendado nas dietas de porcas em lactação para reduzir o desperdício de energia metabólica observados em situações de estresse oxidativo e inflamação. O incremento da Agilidade de adaptação intestinal também dá suporte a absorção eficiente de nutrientes no intestino. Os resultados esperados incluem alto rendimento na lactação e capacidade reprodutiva da gestação posterior mais consistente devido a maior eficiência energética.

Lançamento Anco FIT Poultry

Anco FIT® é um ativador da agilidade digestiva® projetado para uso na competitiva indústria de produção avícola. Adequado para redução de antibióticos nas dietas.

O conceito único de agilidade digestiva em Anco FIT® permite aos animais adaptarem-se aos fatores nutricionais estressantes de forma eficiente.

O uso de Anco FIT®Poultry é um passo em direção a uma produção mais eficiente, mantendo vantage competitiva em um ambiente de negócios em contínua mudança na indústria avícola.

Ensaios científicos mostram que Anco FIT®Poultry melhora a eficiência metabólica em frangos de corte aumentando o IEP (Indice de Eficiencia Produtiva) de maneira econômica. Aumento no rendimento de carne de peito também foi demonstrado.

Sobre a Anco:
Anco Animal Nutrition Competence é uma empresa de atuação global no segmento de aditivos nutricionais para animais que apoia a produção competitiva com soluções rentáveis, incluindo soluções livres de antibióticos.

Anco booth at IPPE: B8281

Field trial with Anco FIT in antibiotic-free nursery pig diets

Applying Anco FIT in antibiotic-free nursery diets in a field trial under commercial conditions improved growth performance by >20% in the first 3 weeks and by 10% overall (Figure 1 below). Pig producers also reported a reduction in the amount of medication required for nursery pigs.

Impact of stress factors amplified with antibiotic-free diets

Weaning is a particularly stressful period for the pig and since the digestive system is not fully developed yet, the pig is also more susceptible to nutritional stress factors including less digestible nutrients and mycotoxins. This is particularly evident, when diets are fed antibiotic-free.

Importance of feed intake post-weaning

In the early stages post weaning, growth and development of the pig are driven by feed intake in a linear fashion. Scientific studies have shown that for every 0.1 kg extra feed per day during the first week post-weaning, body weight increases about 1.5 kg at the end of the fourth week post-weaning.

Weaning performance affects days to market

Feed intake in the first week post-weaning, also has consequences for later stages of growth. In studies conducted at Kansas State University, pigs that maintained or lost weight during the first week post-weaning required 10 extra days to reach market weight, compared with pigs that gained about 0.25 kg/day during the same period. Wilcock (2009) reported that for every 17g/day in the first twenty days post weaning, an increase of 1kg at slaughter can be expected.

Kansas state

Field trial, in nursery pigs Austria 2016

Commercial nursery pigs were fed antibiotic-free diets containing up to 36% corn, some wheat and some barley. Pigs did not receive medication. Average weaning weight was 9.3kg.

Nursery pigs fed Anco FIT in the diet gained considerably more weight compared to the control pigs, particularly in the first 22 days. This advantage was maintained at 41d weight (Figure 1 below).

Read more about pig production in Austria: here.

Video Link: What matters to Austrian pig farmers feeding Anco FIT

nursery pigs performance