Estresse calórico em suínos – intervenções nutricionais que funcionam

O estresse calórico em suínos pressiona economicamente a produção de suínos em muitos países do mundo e as mudanças climáticas atuais aumentaram a prevalência e a intensidade do estresse calórico. As intervenções nutricionais que dão suporte aos mecanismos de resiliência representam uma estratégia prática, adaptável e econômica para mitigar os efeitos negativos do estresse calórico e melhorar a produtividade animal.

Perdas econômicas por estresse calórico em suínos

Comparado a outros animais, os suínos são mais sensíveis ao estresse calórico devido à sua alta produção de calor metabólico, deposição rápida de gordura e falta de glândulas sudoríparas. As perdas econômicas induzidas pelo estresse calórico resultam em crescimento reduzido e inconsistente, baixo desempenho das matrizes e aumento da mortalidade e morbidade. Só nos EUA, o estresse calórico está custa aos suinocultores cerca de US$ 50 a US$ 60 por animal a cada ano. As regiões ao redor do mundo mais afetadas pelas mudanças climáticas provavelmente verão um aumento nos efeitos prejudiciais do estresse calórico na produção e bem-estar animal no futuro. Soma se a isto a seleção genética para o aumento do tamanho das leitegadas e fenótipos mais magros o que leva a um aumento da sensibilidade térmica em suínos devido ao aumento da produção de calor basal.

Estresse calórico de verão em porcas

As porcas sofrem de estresse calórico em temperaturas ambientais acima de 25°C. O estresse calórico nas porcas é demonstrado pela ingestão de ração reduzida, podendo chegar a 655 g/dia ou mais de 2 kg por dia, com consequências negativas subsequentes para reprodução, produção de leite e crescimento de leitões. Se a porca for mantida sob condições de estresse calórico por um longo período, há o risco de que o animal superaqueça, o que pode levar à morte por hipertermia. Em países com condições tropicais como o Brasil isso é muito comum. Segundo pesquisadores no Brasil, as porcas lactantes de algumas linhas genéticas podem ter até 15% de mortalidade durante os verões brasileiros devido às condições de estresse calórico. Em porcas gestantes existem evidências de que o estresse calórico durante a gestação pode resultar em efeitos negativos no útero sobre as capacidades termorreguladoras da prole.

Estresse calórico na engorda de suínos

Pesquisas mostraram que é preciso apenas 2-6 horas de estresse calórico (37C e 40% de umidade) para comprometer a ingestão de ração e a integridade intestinal em suínos em crescimento. Estudos em suínos em terminação também mostraram estresse oxidativo no fígado em resposta ao estresse térmico crônico a 30 °C. A queda na ingestão de ração em resposta ao estresse calórico aumenta à medida que o peso corporal aumenta. Alguns relatos apontam redução de 15% nas taxas de crescimento em animais de 60 a 100kg criados no Brasil durante os meses de verão em relação a suínos criados durante o inverno.

Intervenções de manejo para estresse calórico em suínos

Abordagens de manejo flexíveis e acessíveis para diminuir imediatamente a suscetibilidade ao estresse térmico sem influenciar negativamente nas características tradicionais de produção são de grande valor para a produção de suínos. No entanto, os custos de introdução de tecnologias de resfriamento ambiental são altos especialmente para os produtores menores.
Suplementação e modificações das dietas são menos custosas, facilmente podem ser estrategicamente ajustadas e adequadas para todos os sistemas de produção

Nutrição

• Considere o incremento calórico da dieta e reduza as fibras e proteína bruta, que geram muito calor.
• Aumente o teor de gordura da dieta
• Alimente os animais durante as horas mais frias do dia
• Forneça acesso ilimitado à água potável e fresca
• Adapte os níveis de vitaminas, minerais e aminoácidos às necessidades dos animais sob estresse calórico

Suporte a mecanismos de resiliência por meios nutricionais

Pesquisas têm aumentado nossa compreensão sobre mecanismos moleculares envolvidos na inflamação e ruptura da barreira intestinal induzida pelo estresse calórico, abrindo assim caminho para estratégias nutricionais para preservar o desempenho fisiológico do intestino. Muitas das consequências negativas que o estresse térmico tem sobre a saúde e produtividade de suínos são mediadas pela redução da integridade da barreira intestinal, que é seguida por respostas inflamatórias.

No nível celular, a hipertermia leva à ruptura da integridade epitelial intestinal, afetando as zonas de oclusão entre os enterócitos. Danos a estas micro estruturas facilitam a transmigração de toxinas e patógenos do intestino através da barreira epitelial, contribuindo para uma resposta inflamatórias exagerada, o que pode piorar ainda mais os danos intestinais. A hipertermia provoca a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Além disso, também pode prejudicar diretamente o sistema de defesa antioxidante do animal, o que eventualmente leva a estresse oxidativo e danos intracelulares. Estudos em suínos em crescimento têm mostrado uma relação inversa entre o estado oxidativo e o desempenho de crescimento, sendo que animais com maior nível de estresse oxidativo apresentaram pior desempenho.

Soluções nutricionais que têm a capacidade de preservar a homeostase celular, aumentando os sistemas de defesa celular, reduzindo assim o estresse oxidativo e inflamação, bem como a manutenção da integridade intestinal são consideradas capazes de ajudar a proteger os animais contra os efeitos adversos do estresse calórico.

Ativadores de agilidade intestinal são suplementos alimentares que foram especificamente formulados para melhorar a resiliência dos animais, dando suporte ao sistemas de defesa celular e permitindo respostas mais eficientes aos estressores, incluindo o estresse calorico, mitigando assim o impacto no desempenho.

Teste em reprodutoras com Anco FIT durante os meses de verão

Um estudo recente em porcas lactantes realizado nos meses de verão na Argentina, mostrou aumento da ingestão de ração (21%) e melhor desempenho de lactação em porcas suplementadas com o ativador de agilidade intestinal Anco FIT em comparação com porcas com dieta controle.

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A resiliência da granja começa na ave – nutrição para adaptabilidade

A resiliência das granjas está emergindo como um fator-chave de sucesso em tempos de grande incerteza. O setor produtivo lida com muitas incertezas e mudanças. No entanto, a adição de fatores como as mudanças climáticas, a crise de Covid 19 e as rápidas mudanças na demanda dos consumidores, exacerbam a necessidade da capacidade das granjas para absorver choques e se adaptarem às mudanças rapidamente para sobreviver economicamente a longo prazo.

Resiliência das granjas versus otimização

A ideia de resiliência destaca que, a longo prazo, não será suficiente para uma granja somente otimizar a alocação de recursos em condições conhecidas. A resiliência é um conceito que reconhece a imprevisibilidade e enfatiza a necessidade de permitir a adaptabilidade e a “transformabilidade” dos sistemas em vez de otimizá-los.

Uma abordagem de gestão baseada na resiliência surge com sistemas que podem absorver e acomodar eventos futuros que de forma inesperada possam ocorrer, alocando recursos em estratégias que permitam reduzir o impacto de uma ampla variedade de potenciais eventos desconhecidos e identificar oportunidades emergentes, porém, com menos recursos gastos em melhorias de eficiência.

Uma crise, como a Covid 19, pode ser um gatilho para mudanças transformadoras, uma vez que é mais provável que novas formas organizacionais alternativas sejam consideradas.

Nutrição de aves para resiliência

Em um sistema de produção avícola, a resiliência da granja também depende de como as aves podem lidar com desafios nutricionais e ambientais imprevistos. Isso ocorre porque as aves menos resistentes terão maiores flutuações em seu desempenho, levando a uma redução da relação custo/eficiência das dietas e uma menor probabilidade de atingir os objetivos de desempenho. Com a alimentação das aves representando cerca de 70% do custo total dos sistemas de produção, também significa mais variabilidade nos lucros da granja. A menor resiliência das aves também pode levar ao aumento da suscetibilidade da doença, o que pode causar mais perdas a longo prazo.

Pesquisas mostraram que certos suplementos nutricionais podem desempenhar um papel nas estratégias de gestão destinadas a reduzir o impacto dos estressores no bem-estar e no desempenho das aves. Foi comprovados que o ativador de agilidade de adaptação intestinal Anco FIT Poultry melhorou a capacidade de frangos de corte e galinhas poedeiras em lidar com estressores sob típicas condições de campo e melhorar os mecanismos de defesa endógenos das aves para diminuir reações de estresse no nível celular de forma mais eficiente em um ambiente de pesquisa.

Mais resiliência significa menos necessidade de antibióticos

A nutrição das aves para adaptabilidade aumentando a resiliência também pode ajudar a reduzir a necessidade de antibióticos. Minimizar as reações de estresse como redução da integridade intestinal e estresse oxidativo por meios nutricionais também ajuda a reduzir a suscetibilidade das aves a doenças que podem, de outra forma, exigir a necessidade de tratamentos com antibióticos ou o uso de promotores de crescimento antibiótico na ração.

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Não deixe o estresse calórico estragar o apetite das aves no verão

O verão está logo ali e é hora de preparar estratégias para gerenciar o impacto do estresse calórico na eficiência da produção das aves.

Efeito do estresse calórico na ingestão de ração

As aves modernas são particularmente sensíveis aos desafios ambientais associados à temperatura, devido à sua atividade metabólica. A diminuição da ingestão de ração em resposta ao estresse térmico é o ponto de partida para a diminuição do ganho de peso corporal, eficiência alimentar, produção de ovos e qualidade. Pesquisas mostraram que um período de estresse térmico de 12 dias em galinhas poedeiras diminui a ingestão de ração em 29 g/ave, resultando em uma redução de 28,8% na produção de ovos. Outros relataram que para cada aumento de 1, ºC na temperatura entre 21°C e 30°C, o apetite diminui 1,5%, e para cada aumento de 1, ºC na temperatura entre 32°C e 38°C, a redução é de cerca de 4,6% em galinhas poedeiras. Estudos em frangos de corte mostraram que as aves criadas em temperaturas entre (35 e 38 C) tiveram consumo de ração e taxas de crescimento significativamente menores em comparação com as aves criadas em temperaturas ideais.

Mecanismos subjacentes

Há um consenso geral de que peptídeos hormonais intestinais como a Colecistocina (CCK) e Grelina têm um papel a desempenhar na regulação do apetite nas aves. No entanto, o papel desses peptídeos intestinais na regulação do apetite ainda não é totalmente compreendido e há alguma controvérsia sobre como seus papéis fisiológicos podem diferir entre aves e outros vertebrados.

Há pouca informação disponível sobre os mecanismos subjacentes para uma redução da ingestão de ração em resposta ao estresse térmico nas aves. Um estudo que investigou o efeito da exposição ao calor na expressão genética de vários peptídeos reguladores de apetite em galinhas poedeiras relatou um aumento da regulação do mRNA de grelina no hipotálamo, bem como no estômago glandular e jejuno. Sugerindo que uma das vias para o impacto negativo na ingestão alimentar de alta temperatura ambiente em galinhas poedeiras pode ser mediada por seus efeitos nos sinais hipotalâmicos e gastrointestinais de grelina.

Suporte à ingestão de ração sob estresse térmico no verão

Novos conceitos nutricionais, como ativadores de agilidade intestinal, são projetados para suportar a capacidade adaptativa e, portanto, a resiliência da ave por meios nutricionais. Eles ajudam a ave a se adaptar aos estressores minimizando as reações de estresse, incluindo a redução da ingestão de ração. O ativador de agilidade intestinal Anco FIT Poultry tem demostrado manter maior ingestão de ração em frangos e poedeiras em comparação com os animais controle em condições comerciais sob estresse térmico no verão. Isso foi associado a maiores ganhos de peso e pesos finais

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Resiliência na pecuária leiteira – 3 razões para manter suas vacas ágeis

O ambiente competitivo para a pecuária leiteira exige estratégias de gestão agrícola para sistemas de produção resilientes que possam se recuperar ou se adaptar às mudanças nas condições ambientais, sociais ou econômicas. Provavelmente não houve outra situação como a atual crise covid 19 que prova o quão importante é a resiliência para os sistemas de produção.

A resiliência se aplica à fazenda, mas também aos animais de forma individual. Vários programas de pesquisa em diferentes partes do mundo estão investigando maneiras de melhorar geneticamente a resiliência em vacas leiteiras. A resiliência na vaca é determinada por sua capacidade adaptativa, que é o mecanismo animal que a capacita a lidar com distúrbios internos ou externos, estressores ou com mudanças no ambiente.

Aqui estão as principais razões para encontrar maneiras de melhorar a capacidade adaptativa em vacas leiteiras ou em outras palavras, para manter as vacas leiteiras ágeis.

1) Produtividade e qualidade consistentes do leite

Reações comuns aos estressores presentes nas dietas e no ambiente, são estresse oxidativo, inflamação no nível celular, mudanças na eficiência do rumen e redução da ingestão de ração. Todos eles levarão a energia desperdiçada e aumento da energia de manutenção ou redução da ingestão de energia, o que novamente terá consequências para o rendimento e qualidade do leite. Melhorar a capacidade adaptativa das vacas leiteiras ajudará a reduzir as reações de estresse em resposta aos desafios e estressores e, consequentemente, o impacto que podem ter na produção e qualidade do leite. Como resultado, há menos flutuações e menos desvios da produtividade e qualidade esperadas do leite, o que também significa lucratividade mais estável.

2) Manejo do período de transição em vacas de leite

O período de transição é um período exigente para as vacas leiteiras e quando elas não se adaptam fisiologicamente às demandas do parto e ao início da produção de leite, o estresse metabólico resultante leva a distúrbios com consequências negativas para a produção de leite, eficiência de reprodução e longevidade. Melhorar a capacidade adaptativa pode permitir que a vaca leiteira passe pelo período de transição com mais sucesso.

3) Escassez de mão-de-obra qualificada para a pecuária leiteira

Um dos pontos nevrálgicos dos produtores de leite hoje é atrair mão-de-obra qualificada. Os agricultores estão tendo dificuldades em encontrar pessoas para trabalhar nas fazendas. Em algumas regiões está difícil encontrar mão-de-obra local e muitos produtores de leite dependem de trabalhadores migrantes dentro de sua força de trabalho. Assim, a crise de Covid 19 e possíveis restrições de movimentação Inter regionais de pessoas podem agravar ainda mais a escassez de mão-de-obra qualificada nas fazendas leiteiras. A escassez de mão-de-obra qualificada significa que cuidar da saúde das vacas e do desempenho ideal torna-se mais desafiador. Uma solução para isso é o melhoramento genético visando vacas mais resistentes de manejo mais fácil. Ter uma nutrição voltada para maior capacidade adaptativa, aumentando a resiliência em vacas leiteiras pode fazer a diferença na quantidade de cuidado que uma vaca requer e, portanto, na quantidade de trabalho necessária na fazenda.

Soluções nutricionais

Novos conceitos nutricionais, como ativadores de agilidade intestinal, são projetados para suportar a capacidade adaptativa e manter os animais ágeis por meios nutricionais para uma melhor resiliência.

O ativador de agilidade intestinal Anco FIT ajuda a vaca a se adaptar aos desafios nutricionais e ambientais de forma mais eficiente, minimizando reações de estresse oxidativa, como estresse oxidativo e redução da ingestão de ração, o que de outra forma afetaria o desempenho e o bem-estar dos animais. Estresse térmico, período de transição e micotoxinas são fatores conhecidos que normalmente levam ao aumento do estresse oxidativo e ou à redução da ingestão de ração.

Mantenha você e suas vacas ágeis

A aposta mais segura para manter você e suas vacas no jogo diante da imprevisibilidade e mudança é dar suporte e manejar a capacidade adaptativa de suas vacas e de seus negócios. Em outras palavras, a agilidade ou a capacidade de se adaptar aos desafios e mudanças é a chave para o sucesso a longo prazo. Manter-se aberto ao aprendizado contínuo e às novas tecnologias ajudará a se manter ágil. Repensar como criamos e alimentamos os animais para promover a resiliência manterá as vacas ágeis. E já existem grandes tecnologias por aí que podem ajudar a monitorar o progresso que fazemos nisso.

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Webinar da Anco Brasil foi um grande sucesso

Em julho, a Anco Brasil organizou um webinar em cooperação com nosso distribuidor Evance, que chamou a atenção de um público engajado do setor avícola no Brasil.

O webinar teve como objetivo fornecer inspiração para a produção econômica de postura comercial frente aos momentos de crise. O Dr. Marco Aurelio Nunes, Gerente Técnico da Anco apresentou estratégias para reduzir os custos de produção com o menor impacto possível nos índices de zootécnicos. Isso incluiu soluções nutricionais que podem ser usadas para aumentar a resistência das aves e mitigar o impacto dos estressores no desempenho. Ele também compartilhou algumas ferramentas simples de avaliação que podem ajudar os produtores de ovos a determinar qual estratégia seria mais econômica, com base em suas circunstâncias individuais.

Marcelo Blumer, Diretor Executivo da Anco Brasil comentou: “Ficamos muito felizes com o grande interesse e com a participação dos nossos clientes e amigos. A sessão de perguntas e respostas no final mostrou que as pessoas estavam acompanhando de perto o webinar e visualizaram importantes oportunidades. Como resultado do sucesso da webinar, já estamos pensando em um novo tópico para uma segunda webinar logo a frente. Este é um momento importante para fazer todos os esforços e permanecer conectados, colaborar e continuar aprendendo, para que possamos encontrar maneiras de se adaptar rapidamente aos novos desafios e alcançar uma produção animal lucrativa e eficiente. ”

Registre-se no Webinar sobre aves no Brasil

A Anco em parceria com seu distribuidor exclusivo Evance, tem o prazer de convidá-lo à participar da nossa webinar exclusiva e gratuita sobre o tema:

Pontos no gerenciamento dos custos a serem avaliados em momentos de crise.

Marco Aurélio Nunes, Médico Veterinário e Gerente Técnico Anco Latam possue grande experiência no mercado avícola tanto em nutrição quanto sanidade, fará uma análise das principais estratégias de gerenciamento de custos de produção para o segmento de poedeiras e quais pontos devem ter atenção especial na implementação destas estratégias com foco em mitigar os riscos e o impacto negativo sobre a produção de ovos.

Aguardamos por vocês, PARTICIPE!

Data: 21/Julho
Horário: 16:30 h – horário de Brasília

Para se inscrever gratuitamente, clique no link

Covid 19 – Uma prova de fogo para agilidade na agricultura

Empresas que não entenderam por que a agilidade importa para o sucesso dos negócios estão despertando para este tem diante da crise do Covid 19. Isso é verdade para qualquer indústria, incluindo a agricultura.

Como você responde a Covid 19?

Lembra o que aconteceu com o Titanic diante de um iceberg? Empresas, indústrias, governos e indivíduos em todo o mundo são agora testados para a rapidez com que podem se adaptar a uma grande interrupção e detectar as oportunidades. Todos se deparam com a mesma pergunta: “Como respondemos a Covid 19?” A resposta individual e a velocidade disso importam para a saúde e o resultado econômico da crise para cada um de nós, empresas, indústrias e nações. A natureza criou a tempestade perfeita para testar os níveis de agilidade pessoal e os das empresas.

“Não é o mais forte que sobrevive – é o mais adaptável para mudar”- – Charles Darwin

Agilidade organizacional ou agilidade nos negócios

A agilidade do negócio, também conhecida como agilidade organizacional, é a capacidade de um negócio ser adaptável e flexível em um ambiente mutante e superar desafios à medida que eles surgem com impacto mínimo para o negócio. Tempos de crise dizem às empresas o quão ágeis elas são. Como a mudança está acontecendo muito rápido, as empresas precisam ser capazes de fazer essas coisas muito rapidamente para otimizar as operações para o pico de desempenho, explorar oportunidades e mitigar riscos. Agilidade é tudo sobre como nós, como indivíduos e organizações, respondemos aos desafios e a que velocidade, o que, em última análise, determinará o impacto que o desafio terá sobre nós e sobre as organizações.

“Pesquisas mostram que em um mundo volátil e incerto a agilidade separa o melhor dos demais.” – Krupp (2020)

Na crise atual, os líderes devem ser altamente ágeis para se libertarem de velhos modelos mentais e políticos ou negócios, como de costume. Eles precisam ser capazes de aprender e se adaptar rapidamente. Líderes ágeis demonstram quatro habilidades em tempos de crise: adaptabilidade, resiliência, aprendizado e previsão:

Adaptabilidade – Mudar prioridades rapidamente devido à rápida mudança da dinâmica externa e interna
Resiliência: Recuperar-se de contratempos e fracassos
Aprendizado: Testar premissas, não investir no que não está funcionando e continuamente interagindo em tempo real
Previsão: Antecipar e estar preparado para dar meia volta em caso de mudanças de mercado

Agilidade e adaptabilidade são fundamentais para a agricultura

A agricultura lida com muitas incertezas e mudanças. Portanto, a agricultura bem-sucedida depende da capacidade do produtor ou do agricultor de responder às mudanças nos mercados, condições ambientais e preferências dos consumidores. Assim, o futuro da agricultura está em um sistema de produção ágil e isso só foi exacerbado pela crise de Covid 19. O mais sustentável a fazer é focar em coisas sobre as quais um produtor tem controle direto. Entre as mais críticas está a agilidade, o que permite ao produtor ajustar continuamente o que faz para aproveitar fatores externos ou pelo menos reduzir o potencial impacto negativo no negócio.

Nosso sistema de produção de alimentos precisa de resiliência diante de um ambiente comercial volátil e mudanças climáticas. Mais uma vez, é por isso que a velocidade é essencial e a agilidade importa na agricultura.

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Preparando o intestino das aves para lidar com os estressores

Pesquisas lançam luz sobre como as intervenções nutricionais podem modular a expressão gênica de vias metabólicas fundamentais no intestino para aumentar a capacidade das aves em lidar com estressores.

Reduções relacionadas ao estresse no desempenho produtivo e reprodutivo das aves causam perdas econômicas substanciais. Nas aves, o intestino é altamente responsivo aos estressores da ração e do meio ambiente. Sob condições comerciais, as aves são expostas a uma variedade de estressores nutricionais e ambientais. Isso levará a reações de estresse como estresse oxidativo, respostas inflamatórias e integridade intestinal reduzida em nível celular e intestinal, o que aumentará os requisitos de energia de manutenção.

Além disso, os estressores podem afetar negativamente a ingestão de alimentos, de modo que o desempenho e a eficiência das aves podem diminuir significativamente. Nas galinhas poedeiras, o estresse oxidativo também pode acelerar o processo de envelhecimento dos ovários e prejudicar a função hepática, o que pode afetar a persistência da postura e a qualidade dos ovos nas fases mais avançadas do ciclo de postura.

Os métodos desenvolvidos para melhorar a medição dos mecanismos subjacentes por meio de marcadores moleculares podem levar a uma melhor compreensão de como as reações podem ser manipuladas para reduzir o impacto no desempenho das aves.

Melhorando a capacidade adaptativa das aves

Ao melhorar a capacidade adaptativa dos animais aos estressores é possível diminuir substancialmente suas consequências negativas na produção de aves. Pesquisadores consideram que as mudanças na expressão gênica são de grande importância para a adaptação aos estressores e, portanto, são fundamentais para o desenvolvimento de técnicas para gerenciar as reações ao estresse no animal. Certas vias moleculares responsáveis pela transcrição de genes para enzimas envolvidas na proteção contra os efeitos dos estressores em nível celular desempenham um papel vital na capacidade adaptativa das aves. Uma melhor compreensão dessas vias e o desenvolvimento de maneiras de rastrear e medir mudanças em seus indicadores chave estão abrindo caminho para dar suporte por meios nutricionais, visando maior resiliência das aves. Certos componentes bioativos derivados de plantas são candidatos promissores para soluções nutricionais porque também desempenham papéis importantes em rotas metabólicas semelhantes nas plantas para melhorar a capacidade delas lidarem com estressores que ameaçam sua sobrevivência.

Mecanismos subjacentes à capacidade adaptativa

O estresse oxidativo é uma das reações mais comuns ao estresse em nível celular do animal. É caracterizada pelo excesso de produção de radicais livres (ROS), que excede a capacidade do sistema de defesa antioxidante da ave para neutralizá-los.

Nos últimos anos, muita atenção foi dada ao fator de transcrição Nrf2 e dados científicos indicam que a ativação do Nrf2 é um dos mecanismos mais importantes para prevenir / diminuir as alterações prejudiciais relacionadas ao estresse. O Nrf2 é um fator de transcrição que responde ao estresse oxidativo pela ligação ao elemento de resposta antioxidante (ARE), que inicia a transcrição das enzimas antioxidantes.

Estas enzimas contribuem para a melhoria do sistema de defesa antioxidante das aves e reduzem o estresse oxidativo em nível celular. Eles também são conhecidos por bloquear o Nf-kB, resultando em proteção contra a inflamação. No entanto, quando o estresse é muito alto, levando a uma concentração de radicais livres superior ao limite suportado pelas células, outros fatores de transcrição, incluindo NF-kB, se tornam predominantes, o que aumenta a inflamação. Pesquisas sugerem que este limite poderia ser aumentado por meios nutricionais, tornando as vias metabólicas mais robustas sob estresse e reduzindo o estresse oxidativo e as respostas inflamatórias.

Avaliação recente da intervenção nutricional

Pesquisas realizadas pela Agricultural University of Athens em frangos de corte, avaliaram um ativador da agilidade intestinal como uma nova intervenção nutricional para melhorar a capacidade adaptativa das aves para maior resiliência aos estressores. Este ativador contém uma combinação de substâncias bioativas derivadas de ervas e especiarias projetadas para reduzir o impacto negativo dos estressores no desempenho das aves.

Neste estudo, a análise de amostras de tecido de diferentes segmentos do intestino das aves foi realizada para estudar a expressão relativa de genes relacionados a enzimas antioxidantes e inflamação. Foi descoberto que a inclusão do ativador de agilidade intestinal à dieta aumentou a expressão gênica de enzimas antioxidantes pertencentes à via NrF2 / ARE e diminuiu a expressão genica de NF-kB1. Análises adicionais realizadas no mesmo estudo demonstraram que isso coincidiu com níveis aumentados da capacidade antioxidante total no intestino. No entanto, o efeito positivo do ativador da agilidade intestinal foi dependente do nível de inclusão e segmento do intestino.

Implicações comerciais

Novos e poderosos métodos analíticos estão catalisando o progresso em nossa compreensão da mecânica de ação de certos aditivos nutricionais. Os resultados da pesquisa atual sugerem que é possível aumentar a capacidade da ave de se adaptar eficientemente aos estressores adicionando um ativador de agilidade intestinal ao alimento. Em combinação com dados de desempenho de ensaios comerciais na presença de estressores (como calor, alto nível de produção e micotoxinas), há evidências de que o ativador da agilidade intestinal oferece uma solução para ajudar a reduzir o impacto dos estressores no desempenho em condições comerciais.

Produtores que procuram performance mais consistente em resposta aos seus programas nutricionais ou para sustentar ciclos de produção mais longos, por exemplo em galinhas poedeiras por meios naturais, poderiam se beneficiar economicamente disso. No entanto, esta pesquisa, juntamente com pesquisas anteriores, também demonstra a importância de testar e otimizar os níveis de inclusão de substâncias ativas derivadas de plantas e especiarias, para que elas façam parte de soluções comercialmente viáveis em dietas custo-efetivas.

 

Fase inicial de produção de ovos – um bom começo para galinhas poedeiras

A fase inicial de postura desempenha um papel importante na perfomance de um lote e por quanto tempo as aves podem ser mantidas em produção. Portanto, começar bem a fase de postura é fundamental para estratégias nutricionais destinadas a prolongar os ciclos de postura. A nutrição voltada à capacidade adaptativa pode ser um grande facilitador ao fazer suas aves saírem na frente na fase de pré-pico de produção.

500 ovos em um ciclo de postura estão ao alcance

Prolongar o ciclo de postura ajuda a equacionar os custos de produção de ovos (por exemplo, pela diluição dos custos das frangas e ração) pelos ganhos de um período produtivo mais longo. Além disso, reduz a frequência necessária para reposição das aves e limpeza de aviários entre lotes.

Como resultado, agora os avicultores estão buscando prolongar o período de postura para além das 72 semanas de idade. Mas não é apenas para melhorar os resultados econômicos da produção, mas também faz sentido em termos de redução do impacto ambiental da produção de ovos visando uma produção mais sustentável.

Algumas casas genéticas já estão relatando lotes com ciclos de produção de ovos de 100 semanas e com produção maior que 500 ovos. A Schothorst Feed Research informou que um lote de galinhas Dekalb White produziu 510 ovos por ave em 100 semanas em Outubro do ano passado (2019). Embora a genética aprimorada facilite objetivos tão ambiciosos, não é preciso dizer que o manejo e a nutrição adequadas também desempenham um papel importante.

Importância dos desafios anteriores ao pico de produção de ovos para a extensão do período de postura.

O período de pré-pico do ciclo de postura dura desde o momento em que as galinhas chegam ao galpão de produção (15-18 semanas de idade) até a idade em que as aves atingem o pico de produção de ovos (24-26 semanas de idade). Este é um período muito desafiador, porque as aves ainda estão crescendo enquanto começam a produzir ovos. Além disso, passam por muitas outras mudanças à medida que passam da fase de frangas para a fase de produção.

Isso significa que elas precisam se adaptar a novos ambientes, dietas, iluminação diferente, além de passar pelo estresse do transporte. Isso pode resultar em balanços negativos de nutrientes, que podem afetar o desempenho, mas também pode ter efeitos a longo prazo para a saúde e a persistência da postura se afetar negativamente o metabolismo ósseo e hepático.

Por exemplo, a mobilização de cálcio para a formação de casca de ovo a partir do osso pode levar a uma redução na massa esquelética das aves e reduzir a qualidade da casca no final da postura.

O aumento da produção de radicais livres no fígado pode eventualmente levar ao fígado graxo como resultado do estresse oxidativo prolongado, que novamente pode prejudicar a produção de ovos e a persistência da postura.

Objetivos não alcançados na fase de recria, como peso corporal e uniformidade ou estressores, como altas temperaturas e micotoxinas, podem amplificar possíveis problemas.

Nutrição voltada à capacidade adaptativa de galinhas no período inicial de postura

Para que as aves cheguem em condições adequadas no início do período de postura e corrigir os efeitos de uma recria em condições sub ótimas, a ingestão de nutrientes deve ser maximizada para evitar a mobilização das reservas de nutrientes corporais no início do período de postura.

Isso também significa que quaisquer impactos ambientais ou nutricionais sobre o consumo de ração precisam ser minimizados. Reações de estresse, como estresse oxidativo, integridade intestinal reduzida e respostas inflamatórias, podem contribuir para impactar negativamente a resiliência das aves e, assim, diminuir ainda mais as chances de os produtores prolongarem com sucesso o período de postura.

Por exemplo, a integridade intestinal do duodeno é crucial para manter a qualidade da casca do ovo em ciclos de postura mais longos, pois é o principal local de absorção de Ca e P.

O estresse oxidativo afetará o funcionamento do fígado e, portanto, a capacidade de manter altas taxas de postura e qualidade dos ovos ao longo do tempo. Também pode levar a respostas inflamatórias que podem afetar a eficiência energética.

O conceito de agilidade intestinal de Anco FIT Poultry foi desenvolvido especificamente para aumentar a capacidade da ave para se adaptar aos desafios com mais eficiência e reduzir as reações de estresse que, de outra forma, reduziriam o desempenho e o potencial das galinhas para sustentar ciclos de postura mais longos.

Assine a nossa newsletter e descubra mais sobre as experiências com a Anco FIT Poultry em dietas para poedeiras em artigos futuros.

Referências

500 ovos em 100 semanas

Impacto da micotoxina DON em galinhas poedeiras

Estudos demonstraram impacto negativo do deoxinivalenol, DON em galinhas poedeiras, no entanto, os resultados variam consideravelmente entre os estudos. Muitos trabalhos científicos afirmam que as galinhas são menos sensíveis às micotoxinas em comparação com outras espécies.

Então, os produtores de ovos devem se preocupar com o DON? A resposta é: depende. Aqui estão alguns dos fatores que precisam ser considerados para avaliar o risco de DON nas dietas para o desempenho de galinhas poedeiras e segurança dos ovos.

Fatores que determinam o impacto do DON em galinhas poedeiras

Os efeitos do DON no desempenho de galinhas poedeiras variam consideravelmente entre os estudos. Enquanto alguns estudos relatam pouco impacto, outros estudos mostraram um impacto significativo do DON na taxa de postura / produção de ovos, qualidade da casca do ovo e ganho de peso em galinhas poedeiras.

Existem alguns fatores que podem explicar a variação observada nos resultados entre os estudos que examinam o efeito do DON nas galinhas poedeiras. Dependendo do nível de presença desses fatores nos estudos, o efeito do DON no desempenho das galinhas poedeiras pode ser significativo.

• Nível de DON na dieta e co-contaminação com outras micotoxinas

• Forma natural versus purificada de DON

• Duração da exposição ao DON na alimentação

• Fase da produção de ovos

• Linhagem

As diferenças nos efeitos tóxicos podem ocorrer porque alguns estudos usaram grãos contaminados artificialmente ou uma única fonte de grãos contaminados.

Dietas artificialmente contaminadas com DON purificado são menos tóxicas do que as dietas naturalmente contaminadas.

Isso ocorre principalmente porque o uso de uma mistura de grãos naturalmente contaminados aumenta o potencial de outras micotoxinas presentes.

A presença de múltiplas micotoxinas pode aumentar o efeito de DON presente como resultado de sinergia toxicológica decorrente de interações com outras micotoxinas.

A produção de ovos foi afetada negativamente em galinhas alimentadas com dieta contendo sorgo contaminado com zearalenona (ZON) no nível de 1,1 mg / kg e DON no nível de 0,3 mg / kg. O efeito neste estudo foi atribuído ao efeito sinérgico de DON e ZON.

Períodos mais longos de exposição ao DON na dieta geralmente mostraram impacto maior no desempenho de galinhas poedeiras em comparação com estudos em que as galinhas foram expostas apenas ao DON por algumas semanas.

Outro estudo comparando o efeito do DON nas galinhas poedeiras entre os estágios de produção mostrou que o DON teve mais efeito nos meses 7 a 12 do que nos primeiros 6 meses de produção.

Também é interessante notar que nem todas as linhagens respondem da mesma forma ao DON. Por exemplo, um estudo comparando poedeiras Lohmann Brown com LSL Lohmann demonstrou que poedeiras Lohmann Brown são mais sensíveis ao DON.

Mecanismos subjacentes para respostas negativas

As aves são menos sensíveis em comparação com outras espécies. Isso pode ser atribuído a diferenças na absorção, distribuição, metabolismo e eliminação de DON.

No entanto, ainda existem estudos que mostraram efeitos negativos no desempenho de poedeiras. Isso foi atribuído, em certa medida, a uma redução no consumo de ração associado ao DON nas dietas.

Outros estudos indicaram que o DON influencia a morfologia intestinal e a absorção de nutrientes (glicose e aminoácidos), o que pode reduzir a eficiência dos nutrientes de poedeiras. Por exemplo, foi demonstrado que o DON pode alterar a estrutura da mucosa duodenal e jejunal na forma de vilosidades mais curtas e finas.

Suscetibilidade a doenças em resposta a DON na alimentação

Demonstrou-se que o DON prejudica as funções imunológicas em galinhas. O impacto do DON no sistema imunológico varia da imunossupressão à imunoestimulação, de acordo com sua concentração, duração e tempo de exposição.

Um importante efeito imunotóxico de DON em dietas para galinhas poedeiras é a redução de
número de células sanguíneas e linfócitos totais. Além disso, baixas doses de DON aumentam a expressão de genes relacionados à inflamação e citocinas pró-inflamatórias.

Demonstrou-se que o DON suprime a resposta de anticorpos à vacina contra bronquite infecciosa (IBV) e ao vírus da doença de Newcastle (NDV) em galinhas poedeiras (3,5 a 14 mg de DON / kg de alimento), respectivamente.

A desregulação do sistema imunológico, juntamente com o impacto negativo do DON na função intestinal, pode levar ao aumento da suscetibilidade de lotes de aves a doenças infecciosas.

A micotoxina DON na alimentação apresenta riscos para a segurança dos ovos e a saúde humana?

A DON pode causar problemas de saúde, como náusea, distúrbio gastrointestinal e diarreia em humanos.

Portanto, é importante garantir que não seja passado da ração para os ovos a uma taxa que possa causar riscos à saúde dos seres humanos.

Um estudo de 2018 realizado na China, analisando os níveis de micotoxinas nos ovos em três áreas diferentes na China (Jiangsu, Zhejiang e Xangai), relatou DON, 15-AcDON e Zearelone como as micotoxinas mais frequentemente observadas nos ovos.

Os níveis mais altos de contaminação foram observados em Xangai com até 50% de testes positivos. A subsequente avaliação de risco para humanos concluiu que o risco de causar problemas aos humanos nas três áreas era baixo, com base nos níveis de micotoxinas encontrados nos ovos e no consumo normal de ovos.

A ingestão de DON através dos ovos ainda estava abaixo da ingestão diária máxima tolerável. No entanto, o estudo destacou a necessidade de monitorar a micotoxina DON na alimentação e restringir os níveis permitidos de DON na alimentação.

Estudos científicos que analisaram o efeito de passagem de DON da ração para ovos em galinhas poedeiras concluíram que o efeito de passagem de DON para ovos é muito baixo. De tal forma que, desde que o nível DON de ração para galinhas não exceda as diretrizes atuais (5ppm), certamente não há riscos à saúde dos seres humanos.

Um estudo muito recente realizado em 2019 demonstrou que a DON ocorre principalmente como seu metabólito não tóxico DON-3Ss em ovos de galinhas poedeiras alimentadas com alimentos contaminados por DON.