Lançamento Anco FIT na Fericerdo, Argentina

Na última edição da Fericerdos (INTA – Marcos Juarez, Córdoba, Argentina), de 22 a 23 de agosto de 2019, Anco, juntamente com a MTS Argentina (distribuidora exclusiva), lançou a linha de produtos Anco FIT para o mercado de suínos na Argentina. Além de ter um estande para receber e trocar informações com técnicos e produtores, em 22 de agosto, foi realizada uma palestra apresentada pelo Dr. Ismael Dolso (Médico veterinário, professor da Universidade de Rio Cuarto, Córdoba e consultor) e pelo Dr. Marco Aurelio Stefanoviciaus Nunes (Medico veterinário, gerente técnico Anco Latin), onde foram discutidos os problemas causados por estressores na produção de suínos e como o produto Anco FIT pode ajudar a reduzir esses problemas.

De acordo com o Dr. Marco Aurelio, “Produtores e técnicos procuram soluções para atender às demandas de um animal a cada dia geneticamente mais produtivo e, consequentemente, mais sensíveis aos estressores típicos do modelo de produção atual, dentro de um ambiente onde as restrições ao uso de antibióticos estão ficando mais fortes a cada dia. A formulação do produto Anco FIT (fórmula complexa baseada em Fitogénicos e excipientes ativos contra micotoxinas), é projetada com foco em atuar na robustez, resiliência, agilidade e velocidade de adaptação dos animais aos estressores. Nesta ocasião, apresentamos dados muito consistentes sobre o impacto positivo que o uso do produto apresentou nos estágios críticos de produção que são gestação, lactação e produção de leitões.
Acreditamos que nosso conceito foi muito bem recebido pelos produtores e técnicos com quem falamos neste importante evento.

Fericerdos é o evento mais importante da suinocultura Argentina, que contou com a presença de mais de 1.200 produtores, empresários e vários profissionais de todo o país. Hoje a Argentina destaca-se como grande produtor de suínos, com mais de 350.000 matrizes em produção e um seguimento muito motivado com boas expectativas de crescimento devido ao bom momento e às oportunidades que a suinocultura apresenta.

De acordo com Nicolas Castro olivera (proprietário da MTS Argentina): o lançamento de Anco FIT na Fericerdo, está abrindo as portas para oferecer um novo produto com benefícios claros para um mercado que está em claro crescimento devido ao aumento de consumo e exportações para a Europa e Ásia.

60a Festa do Ovo de Bastos, SP 2019

Um dos eventos mais importantes do segmento de postura comercial, a Festa do Ovo de Bastos, reúne os principais produtores de Ovos do Brasil.

Neste evento, anualmente acontece o Campeonato que premia os melhores produtores regionais, utilizando como critérios as qualidades externa e interna dos ovos.
Esse ano aconteceu algo incomum e tanto na categoria Ovos Brancos quanto na categoria Ovos Vermelhos, a Granja Higashi do Sr. Nelson Higashi venceu!

A Anco gostaria de parabenizar a Granja Higashi e todos os outros premiados e aproveitar para compartilhar um pouco desta vitória, pois tanto as galinhas vermelhas quanto as galinhas brancas vencedoras estavam usando o Anco FIT Poultry, que possui como característica, melhorar parâmetros produtivos e de qualidade dos ovos.

A Anco esta muito feliz em fazer também parte desta história de sucesso, afinal de contas, o que importa é o que funciona!

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Estratégias para maior robustez e persistência de postura em poedeiras

 

Festa do Ovo de Bastos

Ativador de agilidade de adaptação intestinal – linha de produtos Anco FIT agora disponível em mais de 30 países

O Anco FIT é o primeiro ativador de agilidade de adaptação intestinal no mercado e agora está disponível em mais de 30 países em todo o mundo.

A agilidade de adaptação intestinal descreve a capacidade do animal de se adaptar aos estressores mais rapidamente em uma resposta mais eficiente. Torna o animal mais robusto diante dos desafios presentes na dieta e estressores. Reescrevendo um pouco uma citação famosa para melhor entendimento: “não são o mais saudáveis que sobrevivem são os mais adaptáveis às mudanças.”

O foco está em capacitar a adaptabilidade do animal para uma maior resiliência.

Evidências científicas sugerem que para a seleção genética, melhorar a capacidade dos animais para lidar com estressores pode ser uma maneira melhor de melhorar o desempenho do que selecionar apenas para o aumento do potencial de crescimento.

Portanto, aumentar a capacidade de adaptação dos animais aos estressores de forma adequada por meios nutricionais, oferece uma alternativa imediata para melhorar o desempenho e a vantagem competitiva na produção animal.
O intestino é particularmente sensível a diferentes estressores. É por isso que o foco está no intestino para capacitar os animais para lidar com os estressores.

Contacte-nos para encontrar o distribuidor Anco Fit mais próximo.

Melhoradores da saúde intestinal das poedeiras: Oportunidades e desafios

O momento atual impõe ás atividades pecuárias demandas que, nunca na história, se impuseram de forma tão intensa e rápida como se observa agora.
De um lado temos a necessidade de produzir proteína animal em volumes crescente para atender as demandas por alimento de uma população que não para de crescer, por outro lado, esta mesma população está cada dia mais informada (com boas e más informações) e clamando por alimentos de melhor qualidade que possam suportar uma expectativa de vida saudável por mais tempo, mais baratos e sem ter o peso na consciência de que este alimento produziu algum sofrimento animal, social ou ambiental.

Soma se a isto o fator “recursos limitados” e podemos ter uma ideia dos desafios que temos pela frente.
Nunca as pontas do triangulo Quantidade, Qualidade e Custos tiveram seus nós tão apertados e a avicultura de postura comercial não fica fora deste contexto e, sem dúvida nenhuma, as principais tendências que estão em curso envolvem a restrição de uso de gaiolas convencionais e restrição de uso de agentes antibióticos.
Estas duas tendências vão ter impacto direto na saúde e eficiência do TGI (Trato Gastrointestinal), que é uma importante peça desta máquina de transformação de rações em ovos chamada poedeira.

Portanto, o objetivo desta discussão é pontuar algumas ideias e pontos de vista que possam ajudar no entendimento e atendimento das demandas atuais, elencando algumas ferramentas e tecnologias de produção disponíveis com foco na manutenção e melhoria da saúde intestinal das aves.

Alguns pontos importantes sobre saúde do TGI

O TGI apresenta uma complexidade enorme, tanto em termos de estrutura anatomofisiológica e histológica, como em termos de Inter relações com outros sistemas ou mesmo com o conteúdo intraluminal.
Quando falamos em saúde intestinal em poedeiras, não estamos tratando somente sobre a eficiência dos processos de ingestão e digestão do alimento e consequente absorção dos nutrientes, mas também sobre uma importante função do TGI que muitas vezes passa desapercebida: A seleção do que deve ou não ser absorvido, ou seja, nutrientes, agua, eletrólitos podem. Toxinas, micotoxinas, endotoxinas e microrganismos, não podem.

Diferente do que possa parecer, o epitélio do tubo digestivo tem contato direto com o meio externo, já que assim se considera o lúmen intestinal e dadas as condições de temperatura, humidade e presença de nutrientes, este espaço se constitui em ambiente perfeito para o desenvolvimento de uma enormidade de microrganismos, uns benéficos ou simples comensais, porém outros que são patógenos.
Além disso, o epitélio intestinal está em contato íntimo e constante com material estranho ao organismo, ou seja, com o alimento antes de este ser “preparado” pelos processos de digestão. Junto com nutrientes, este “material estranho” chamado alimento, carreia uma infinidade de componentes e microrganismos que podem ser considerados inertes, porém não raro carreia toxinas, micotoxinas, agentes antinutricionais, alcaloides e um sem número de outros componentes que são potencialmente danosos. Em resumo, o TGI está constantemente exposto a riscos e agressões. Felizmente, a natureza dotou os animais de mecanismos de proteção que funcionam muito bem em condições normais e que mitigam estes riscos.
Infelizmente nem sempre temos as condições de normalidade e a intensidade dos riscos sobre passa a capacidade de mitigação.

Podemos dizer que o lúmen intestinal pode ser um “amplificador” do que está ocorrendo no ambiente externo. Assim sendo, não dá para falar de saúde intestinal sem comentar algo sobre saúde ambiental e saúde alimentar. Qualquer ferramenta usada com a intenção de melhorar a saúde intestinal vai falhar frente a um ambiente altamente contaminado, com temperatura, humidade e condições de conforto inadequadas ou a um alimento deteriorado ou inadequado.

Neste sentido, o cuidado com a saúde ambiental e alimentar no que se refere a cuidados com desinfecção, controle de pragas, controle de temperatura, umidade bem-estar dos animais e controle de qualidade das matérias primas usadas nas rações, vai ter reflexo direto com o que está no interior do lúmen intestinal e consequentemente no sucesso do emprego das ferramentas que serão discutidas adiante.

Restrição ao uso de antibióticos & Restrição ao uso de gaiolas convencionais: Tempestade perfeita?

Deixando um pouco de lado questões de bem-estar animal e segurança alimentar, podemos afirmar que o modelo convencional de produção de ovos seria quase perfeito em termos de saúde intestinal das aves. Manter os animais distantes da principal fonte de contaminação que seriam as excretas e além disso usar um promotor de crescimento antibiótico ou mesmo um “choquezinho” com antibióticos em doses terapêuticas de tempos em tempos, com vistas a dar uma “limpadada” nas aves, a priori poderia parecer o ideal. Em termos práticos, não foi isso que vimos em várias situações.

Infelizmente, uma arma extremamente potente foi usada como ferramenta para acertar erros no “B a Ba” do manejo, ambiência e desinfecção e realmente tudo indica que teremos fortes restrições de uso.

Juntemos a isso uma tendência, que tudo indica também irreversível, se não no curto, mas no médio e longo prazo, de restrições ao uso de gaiolas convencionais, onde os animais ficarão mais expostos ás fontes de contaminação ou que apresentem maior dificuldade para higienização (certamente os trabalhos de higienização de uma “gaiola mobiliada” será um pouco mais difícil) e talvez tenhamos desenhada uma tempestade perfeita em termos de saúde intestinal.

Felizmente a experiência tem mostrado que é sim possível a adaptação à nova realidade, que será focada em bem-estar animal e qualidade intrínseca do ovo, mantendo os mesmos níveis de rendimento zootécnico e econômicos observados com técnicas de produção que utilizamos até então.
Logicamente, com a mudança no modelo de produção, novos desafios surgirão no futuro e problemas que não tinham tanta importância no modelo convencional podem ganhar nova dimensão. Como exemplo podemos citar agravamento de problemas com insetos, principalmente o Anphitobius diaperinus e parasitas intestinais.

Em se atendo exclusivamente á saúde intestinal, podemos afirmar que para atingir este objetivo, atenção deve ser dada a 3 áreas estratégicas do modelo de produção:
– Saúde Ambiental
-Saúde Alimentar
-Emprego adequado de ferramentas auxiliares.

Saúde Ambiental:

A principal barreira contra o desenvolvimento de enfermidades se encontra na própria ave, porém estes mecanismos de defesa possuem limites relativamente estreitos com relação a condições de temperatura, umidade e mesmo estresse social para perfeito funcionamento. Desta forma, boas condições de manejo dos animais, bem como ambiência, jogam papel fundamental.

Como dito anteriormente, o TGI é um amplificador do que está ocorrendo em termos microbiológicos no ambiente, dado as condições de temperatura e disponibilidade de nutrientes encontrados em seu lúmen. Desta forma, manter os níveis de contaminação microbiológica ambiental controlados é fundamental.

Não dá para falar de saúde microbiológica ambiental sem fazer breves comentários sobre desinfetantes. Primeiramente é bom deixar claro que não existe uma molécula ou formulação que seja melhor que a outra. O que existe são situações distintas em que um produto vai funcionar melhor que o outro. Em assim sendo, causa muita surpresa encontrar uma granja que trabalha somente com um tipo de desinfetante, já que em um ambiente de produção existem diversas situações. Daí a necessidade de conhecimento da realidade de cada granja em termos de desafio microbiológico e ambientais e o conhecimento sobre as características dos produtos disponíveis.

Existem várias tabelas agrupando as características das diversas moléculas, mas o ideal é a consulta aos provedores destes produtos para maiores informações. Abaixo, segue um exemplo extraído do The Center for Food Security & Public Health, Iowa State University.

Saúde Alimentar:

Quando falamos de saúde alimentar, não nos referimos somente ás rações e seus componentes. A água se encaixa nesta categoria como sendo um dos principais alimentos (e também vetor de disseminação de enfermidades), além de servir como veículo e agente na aplicação de medicamentos, vacinas, desinfetantes e processos de limpeza. A monitoria constante da qualidade de agua, bem como o uso de técnicas de potabilização são muito importantes para garantir a saúde intestinal.

No que se refere ás dietas (matérias primas e rações), não há dúvidas de que a melhor ação estratégica continua sendo a vigilância constante através de técnicas de controle de qualidade aplicadas de forma sistemática.

Muitos desvios nos parâmetros normais de qualidade (desvios físicos, químicos ou microbiológicos) de matérias primas e rações podem ter seus efeitos negativos minimizados quando identificados a tempo. Infelizmente muitos produtores de ovos não têm um controle de qualidade adequado em suas fábricas de rações ou por não dar a devida importância a este tema ou por acreditarem que são caros e de difícil execução, o que não é verdade.

A simples monitoria rotineira de umidade, densidade, classificação de grãos e avaliação do milho em câmara de Barabolak, podem trazer informações preciosas para tomada de ações corretivas ou que minimizem o impacto de matérias primas fora de padrão nas dietas. Abaixo segue sugestões que podem orientar na implantação de um programa básico de controle de qualidade de milho.

Referente ao tema de saúde nutricional, não podemos esquecer os esforços no sentido de equilíbrio nutricional das dietas que deve ser feito de maneira a não faltar nutrientes, como também a não sobrar. Da mesma forma que os animais precisam de nutrientes, os patógenos também precisam. Isto se verifica de forma clássica na relação excesso proteico e desenvolvimento de Clostridium.

Emprego adequado de ferramentas auxiliares

Primeiramente definiremos ferramentas auxiliares como sendo produtos e serão consideradas auxiliares porque vão ajudar a controlar estressores e suas manifestações que vão aparecer ou ter sua manifestação amplificada em decorrência de falhas nas estratégias de manutenção da saúde ambiental e saúde alimentar.
Podemos listar os principais estressores que impactam diretamente sobre a saúde intestinal como sendo:

– Micotoxinas
-Mudanças abruptas na dieta
-Agentes Antinutricionais
-Ingredientes de baixa digestibilidade
-Patógenos
-Estresse Ambiental

A figura abaixo representa as principais manifestações, ou efeitos, produzidos pelos estressores. Estas manifestações são compartilhadas pelos diversos estressores e são potencializadas quando da presença de vários estressores ao mesmo tempo. Fatalmente, estas manifestações vão levar a perda de produtividade das aves e também redução na qualidade do ovo produzido.

Vamos antes a uma breve descrição sobre os efeitos da ação dos estressores, o que será importante no entendimento de alguns mecanismos e oportunidades do emprego de algumas das ferramentas auxiliares.

Estresse oxidativo

A interessante teoria endossimbiótica diz que provavelmente a mitocôndria, importante organela celular responsável pelo processo de respiração da célula eucarionte (fosforilação oxidativa) e consequente produção de energia, era, no passado, um organismo procarionte (talvez uma bactéria) que em algum momento foi capturado pela célula eucarionte e passou a conviver em seu interior, gerando energia em troca de proteção e nutrientes, o que foi um passo gigantesco para acelerar os processos de evolução. Infelizmente o processo de produção de energia gerado pela mitocôndria traz como consequência a produção concomitante de Radicais livres (tanto de Oxigênio como de Nitrogênio, também chamados de Espécies Reativas, EROs e ERNs).

Estes radicais livres são altamente tóxicos para as células, estando envolvidos nos processos de oxidação lipídica, proteica, danos ao DNA e morte celular. Felizmente a evolução proveu as células de mecanismos de combate a estes radicais livres dos quais podemos citar mecanismos enzimáticos (SOD, Catalase, GPX, etc), metaloproteínas e vitaminas (C e E). O Estresse Oxidativo se dá quando um estressor promove a produção de radicais livres a um nível que ultrapassa a capacidade da célula em combate los.

Chama a atenção o potencial de estimulação de produção de radicais livres protagonizados pelas micotoxinas o que pode ser verificado nas alterações dos complexos enzimáticos celulares antioxidantes e produção de Malondialdeído.

Inflamação:

O intestino, como mais importante órgão linfoide e em contato direto com “material estranho” está constantemente sob influência de processos inflamatórios através da ativação da resposta imune inata, o que pode ser agravado pela ação de estressores.
O problema com isso é que a manutenção destes processos inflamatórios demanda uma grande quantidade de energia, que é mobilizada em detrimento da energia destinada aos processos produtivos. Além disso, sob ação de processo inflamatório a ave tem seu apetite comprometido, o que agrava ainda mais os danos sobre a produtividade e qualidade de ovos. Quando há inflamação, 70% da redução de desempenho se deve a perda de apetite. (Klassing, 2004) e Em aves sob desafio, a resposta imune inata e adaptativa utilizam 550µmol/kg/día de lisina, a qual poderia ser utilizada para crescimento sendo convertida em 7,8g de massa corporal (Kassing, 2004).  Podemos assim dar uma dimensão econômica em frente a este problema.

Redução da integridade intestinal

Quando falamos sobre integridade intestinal podemos nos referir à eficiência dos processos de ingestão, digestão e absorção de nutrientes, porém não é só isso. Como dito anteriormente, existe uma infinidade de substâncias e microrganismos na luz do intestino que não podem ultrapassar a mono camada de enterócitos, sendo assim, uma importante função do intestino é proceder a absorção seletiva.
A mais importante estrutura histológica que é responsável por esta característica se encontra na junção entre os enterócitos chamada de junções ocludentes (Tight Junctions). Esta complexa estrutura é formada por diversas proteínas, entre as quais podemos citar Ocludina, Caludina e ZO-1. O perfeito arranjo entre estas proteínas “sela” o espaço entre os enterocitos permitindo a passagem somente pequenos solutos hidrossolúveis e ions, deixando na luz intestinal moléculas mais complexas como toxinas e micotoxinas e microrganismos. Diversos estressores têm o potencial de interferir na qualidade e quantidade da produção das proteínas de junção, o que vai resultar em “permissividade” intestinal, ou seja, o intestino passa a “permitir” a passagem de “coisas” que não deveriam passar.
Além disso, dada a complexidade dos processos normais de absorção, vários estressores vão comprometer a absorção normal de nutrientes, o que vai resultar em uma inversão de função entérica, ou seja, o TGI começa a dar passagem ao que não devia e deixa de absorver o que deveria.


Apetite Reduzido

São muito complexos os mecanismos de regulação do apetite em aves e muitos deles são afetados direta ou indiretamente pela presença de estressores.
Vale chamar a atenção para a ação de alguns estressores sobre os mecanismos hormonais de regulação do apetite, como por exemplo os mecanismos envolvendo colecistocininia e peptídeo YY que podem sem “enganados” através de hiperestimulação por alguns estressores, principalmente micotoxinas, produzindo se assim inapetência.

Ferramentas Auxiliares (breve descrição)

Como dito anteriormente, a natureza proveu as aves de mecanismos de defesa contra os estressores, porém estes mecanismos apresentam limitações de funcionamento de acordo com condições ambientais e intensidade do desafio. Neste sentido, as ferramentas auxiliares (produtos) têm como objetivo diminuir ou neutralizar a intensidade do desafio ou estimular os mecanismos de defesa naturais das aves ou uma interação dos dois.
Será deixada de lado a abordagem sobre promotores de crescimento antibióticos, já que uma das teses centrais desta discussão leva em conta a possibilidade de restrição de uso desta ferramenta.

Por motivo de mais fácil entendimento sobre cada uma, as ferramentas auxiliares serão classificadas em 2 grupos:
– Ferramentas de impacto direto sobre os estressores
– Ferramentas de estimulo aos mecanismos de defesa.

Conclusões

– A atividade pecuária de produção de ovos está passando por um momento bastante dramático do modelo de produção convencional devido a exigências do mercado no que diz respeito a bem-estar animal e segurança alimentar.

– O principal desafio destas mudanças vai se dar a nível de saúde intestinal

– Estas mudanças vão exigir a adaptação do produtor tanto no sentido de se ater com mais cuidado a tecnologias que já são consagradas a muito tempo, principalmente se ater aos fundamentos de ambiência e controle de qualidade de processos, quanto a implantação de novas tecnologias.

by Marco Aurelio Stefanoviciaus Nunes

Obtenha mais sólidos lácteos por dia e comece a impulsionar os lucros de 2018 a partir de agora

Os níveis de sólidos do leite, como proteína e gordura, são fatores importantes no manejo do rebanho leiteiro. Estudos indicaram que muitos rebanhos produzem sólidos lácteos abaixo da média para seu mercado e sua raça, o que representa uma oportunidade para melhorar a produção de componentes lácteos e a renda da venda do leite.

Existem muitos fatores que podem afetar a gordura e proteína do leite e podem ser manipulados para obter maiores níveis de componentes lácteos. O manejo nutricional e práticas de alimentação provavelmente vão alterar rápida e dramaticamente a produção de gordura e proteína do leite.

Estratégias nutricionais para altos níveis de sólidos lácteos

A nutrição e o manejo da alimentação são consideradas as melhores soluções para problemas de proteína ou gordura no leite, além da genética. A diminuição da gordura do leite pode ser atenuada dentro de 7 a 21 dias alterando a dieta. As alterações na proteína do leite levam pelo menos 3 semanas ou mais.

Qualquer dieta ou fator de manejo que afete a fermentação ruminal pode alterar os níveis de gordura e proteína do leite. A redução da produção de proteínas microbianas no rúmen devido a desequilíbrios nutricionais ou alimentares podem reduzir a proteína láctea como resultado de menor produção de proteína microbiana disponível ao animal e também reduzir as taxas de gordura no leite, ao limitar a produção de ácidos graxos voláteis ( AGV) no rúmen.

Benefícios do fornecimento de Anco FIT para vacas leiteiras

Vacas leiteiras suplementadas com rações contendo Anco FIT foram avaliadas em pesquisas e ensaios de campo visando verificar o aumento da produção de proteínas e gorduras lácteas e impacto sobre a rentabilidade, incluindo o custo do produto na dieta.

A Figura 1 mostra o incremento médio do rendimento de proteína e gordura no leite em 8 ensaios em 4 diferentes países (Áustria, Alemanha, EUA e República Tcheca). As raças dos rebanhos estudados incluíram Holstein, Simmental, Montbeliarde e Pardo Suiço.

Aumento nos níveis de sólidos no leite.

O incremento médio dos níveis de sólidos do leite (%) com Anco FIT em 8 ensaios foi:
Nível de gordura no leite (%): aumento de + 4,55%
Nível de proteína do leite (%): aumento de + 2,43%

Aumento do rendimento de sólidos no leite (Figura 1)

O incremento médio no rendimento de sólidos do leite com Anco FIT em 8 ensaios foi:
Rendimento diário de gordura no leite (kg): aumento de + 6,61% com Anco FIT
Rendimento diário da proteína do leite (kg): aumento de + 4,18% com Anco FIT.

Benefício econômico – US$ 0.60 / vaca / dia

Com os preços atuais (USDA, 4 de janeiro de 2018) para a gordura do leite (US $ 2,49 / lb) e proteína do leite (US $ 2,04 / lb) para a produção de leite nos Estados Unidos, o incremento nos componentes lácteos do leite nos animais suplementados com Anco FIT significaria um aumento de US $ 0,60 / vaca / dia na renda do produtor ao se utilizar os dados de desempenho médio dos rebanhos leiteiros dos 8 testes listados abaixo.

Sobre Anco FIT

Anco FIT é um ativador da agilidade de adaptação intestinal concebido para ajudar os animais a lidarem com os fatores de estresse nutricionais de uma maneira mais eficiente e melhorar a fermentação ruminal, resultando em melhor qualidade do leite e em em termos de rendimento dos componentes lácteos.
Obtenha mais informações sobre Anco Fit no link: O que é Anco Fit?

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Feliz Natal

ABRAVES NACIONAL – GOIÂNIA

Intensificando a presença no mercado nacional, a Anco esteve presente juntamente com seu distribuidor local a empresa Evance, na ABRAVES NACIONAL com parte do seu time local (Marcelo Blumer e Marco Aurélio) e contou também com a presença do Sr. Michael EDER diretamente da Áustria.

“O evento foi bastante importante para fortalecer e aproximar a marca, os conceitos e as expectativa do mercado e clientes pelas tecnologias e produtos que vamos trabalhar no Brasil, relata Marcelo Blumer.”

Além disso, a Anco BR aproveitou a oportunidade para fazer um treinamento técnico com a equipe Evance, com intuito de aumentar os conhecimentos sobre nossa plataforma de produtos e serviços além de gerar uma expectativa bastante positiva.

Segundo Marcelo Ziani e José Nunes (Diretores Evance), a parceria estratégica com a Anco BR fortalece e motiva toda a companhia, principalmente devido aos produtos e serviços de alta qualidade da Anco.

    Opening ceremony Anco Brasil

    Alegria, motivação e o encontro de personalidades importantes, associações como ABPA, Sindirações, ABCS, APCS, APA, CIESP, Embaixada da Áustria no Brasil, empresas de nutrição, empresas de genética tanto de aves quanto suínos, consultores técnicos e pesquisadores do Agronegócio Brasileiro marcaram o Grande Evento de Abertura Oficial da Anco Brasil – OPENING CEREMONY, que aconteceu no último dia 19 de Outubro no Hotel The Royal Palm Plaza em Campinas SP.

    Poucos países no mundo possuem a vocação que o Brasil naturalmente alcançou para ser reconhecido internacionalmente como “Celeiro do Mundo”.

    Dono de grandes extensões de terras férteis e clima favorável para produção de grãos, o Brasil apresenta uma sólida base para o desenvolvimento do nosso complexo Carne (Aves e Suínos principalmente) e produção de ovos.

    No entanto, os desafios para se atingir uma produção de qualidade e sustentável, continuam se intensificando e é nesse cenário que a Anco Brasil se estabelece aqui.
    A Anco aproveitou o evento “Opening Ceremony” para apresentar ao mercado sua estratégia, pessoas, plataforma de produtos, serviços e principalmente sua motivação e paixão para fazer a diferença quando o tema for aditivos naturais e qualidade intestinal.

    Nós da Anco agradecemos muito a participação de todos em nosso evento que foi um SUCESSO e temos certeza que logo vamos contribuir mais e mais com a evolução e sustentabilidade do Agronegócio Brasileiro.

    Link to article in feed and food magazine : anco sela entrada oficial no mercado brasileiro

       

      Anco Brasil: Anco está fundando uma subsidiária no Brasil

      Sankt Poelten / Áustria, Campinas – SP / Brasil- 07/6/2017 A Anco Animal Nutrition Competence GmbH, empresa austríaca de aditivos para alimentos, está expandindo seu crescimento global para o mercado brasileiro. A empresa escolheu Campinas – SP como sede da subsidiária Anco Brasil, que está em processo de fundação. A subsidiária estará operacional em 2017 e será liderada por Marcelo Blumer.

      Atualmente, a empresa possui uma linha de produtos aditivos alimentares para suínos, aves e ruminantes, com uma competência essencial na gestão da resposta do animal a fatores de estresse nutricional, incluindo micotoxinas, por meios nutricionais. Os pilares e foco que apóiam o desenvolvimento da empresa e produtos são o que mais importam para os clientes e o que funciona melhor em animais e para a produtividade competitiva.

      Desenvolvimento da competência local em matéria de nutrição animal

      Entrar no mercado no Brasil promete ser bem sucedido quando a empresa tem uma representação local permanente. Garante que a competência da empresa se adapte às necessidades locais rapidamente e construa pontes entre as diferenças culturais de forma eficaz.

      “Esse é o momento ideal para entrar no mercado brasileiro”, explica Marcelo Blumer, Diretor Executivo da Anco Brasil. “O ambiente de negócios para os produtores foi um desafio no ano passado e os produtores estão procurando soluções que possam ajudá-los a aumentar a agilidade e resultado operacional para se manter competitivo e, ao mesmo tempo, atender demandas crescentes de redução no uso de antibióticos promotores de crescimento. Nossa linha de produtos Anco FIT pode atender a essas necessidades. Anco FIT foi desenvolvido especificamente para aumentar a agilidade de adaptação intestinal em animais e capacitá-los para se adaptar aos estressores nutricionais de forma eficiente. Este é um grande apoio para os produtores, quando se trata de gerir a relação custo-eficácia das dietas e manter a competitividade face aos desafios nutricionais normalmente difícieis de controlar “, continua Blumer.

      Perspectivas no Brasil

      O Brasil desfruta de um grande mercado interno e saúda o comércio internacional. O movimento do agronegócio brasileiro está aumentando a produção de proteína animal e o Brasil agora se classifica como uma das nações, melhor posicionada para alimentar o mundo (relatada em Feed & Food, 2017). O Brasil é o segundo maior produtor mundial de frangos de corte. Analistas prevêem que o futuro do Brasil é promissor, assim como a perspectiva imediata para 2017 no setor de agronegócios. No entanto, o principal crescimento do mercado de proteína animal continuará a ser os mercados internacionais. Estimativas preliminares projetam que em 2017 as vendas totais de ração animal no Brasil deverão chegar a 70 milhões de toneladas. Prevê-se que a avicultura, suínos e ruminantes cresçam em 3,1, 4,0 e 6,0%, respectivamente (Zani 2017).

      Sobre Anco Nutrição Animal Competência

      A Anco Animal Nutrition Competence GmbH, com sede em Sankt Poelten Austria, é uma empresa de aditivos alimentares que atua globalmente para apoiar a produção animal competitiva com soluções de alimentação rentáveis, incluindo soluções para a alimentação sem antibióticos. Os produtos são projetados para suínos, aves e ruminantes para serem mais adaptados e eficientes em face de estressores nutricionais.

      Media Relations
      Anco Animal Nutrition Competence
      Gwendolyn Jones
      +43 2742 90502
      welcome@anco.net

      Gerenciamento de custo-eficácia das dietas suínas com Anco Fit

      A consistência na relação custo-eficácia das dietas de suínos pode ser de difícil controle, porém é determinante para a rentabilidade do negócio. Novas abordagens na nutrição de suínos concentram-se na gestão da agilidade de adaptação intestinal para retornos mais seguros.

      Com até 70% do custo de produção advindo do custo das rações, a consistência da relação custo-eficácia das dietas é fundamental para a rentabilidade. Para maximizar a oportunidade de lucro, os produtores devem ser cuidadosos no desenvolvimento de estratégias nutricionais que resultem em melhores retornos sobre os investimentos e / ou margem feitos sobre os custos de alimentação e instalações. No entanto, os estressores nutricionais presentes nas rações, os quais reduzem a digestibilidade de nutrientes, como endotoxinas, fatores anti-nutricionais e micotoxinas, muitas vezes frustram o que se esperava da resposta de desempenho das dietas. Dependendo da maior presença ou ausência desses estressores, a mesma dieta pode diferir em custo-eficácia. Esses estressores muitas vezes não são fáceis para o nutricionista controlar e são parte da realidade que os animais estão enfrentando nos sistemas de produção modernos.

      Estressores nutricionais reduzem a relação custo-eficácia

      Quando do desafio com estressores nutricionais, reações de estresse como, redução da integridade intestinal estresse oxidativo, inflamação, redução do apetite e alterações na microbiota intestinal, serão ativadas no animal. Isto não somente reduz a performance de crescimento, mas também prejudica a conversão alimentar e consequentemente a relação custo-eficácia das dietas. A conversão alimentar é prejudicada porque a energia destinada a produção é desperdiçada nas reações ao estresse.

      Por exemplo, sob condições de estresse oxidativo e inflamação, 30% da redução de performance se explica pelo catabolismo e conversão alimentar necessária para controle da inflamação.

      O estresse oxidativo é definido como a presença excessiva de Espécies Reativas do Oxigênio (ERO) frente a capacidade antioxidante disponíveis das células animais. O estresse oxidativo é um dos principais eventos observados no curso de doenças inflamatórias.

      Aumentos na permeabilidade intestinal elevam a possibilidade de translocação de bactérias e/ou suas toxinas através da barreira intestinal. A endotoxemia resultante pode desencadear o início e a progressão de enfermidades. O aumento da translocação de endotoxinas através da barreira intestinal também podem estimular as células imunitárias a produzir citocinas pró-inflamatórias e prostaglandinas como PGE2, resultando assim em inflamação de baixo grau, o que novamente pode desperdiçar energia metabólica.

      Independente da causa desencadeante, a resposta imune inata e inflamatória é ativada no animal com o objetivo de uma melhor capacidade para fazer frente a fatores de estresse infecciosos e não infecciosos. Ao mesmo tempo, esta resposta necessita ser controlada com precisão para evitar danos teciduais e desperdício de energia metabólica.

      É sabido que certas micotoxinas, como DON (deoxivalenol), causam em suínos os tipos de reações de estresse mencionadas anteriormente. A DON também tem impacto significativo na redução de ingestão de alimentos em suínos, o que resulta em taxas de crescimento reduzidas. A DON é globalmente a micotoxina mais prevalente em ingredientes para nutrição animal e é de difícil controle e portanto pode ter um papel importante na relação custo-eficácia das dietas.

      O que acontece se os suínos forem mais resistentes

      O ideal seria que a resposta a estressores nutricionais consumissem o mínimo possível de energia ou que estas respostas tivessem a menor intensidade possível para termos melhor e mais consistente eficácia alimentar. Este seria o caso se os animais fossem inerentemente mais resistentes a fatores de estresse nutricionais ou fossem capazes de adaptarem-se a estes fatores de forma mais eficiente do ponto de vista energético.

      Evidencias científicas sugerem que em matéria de seleção genética, melhorar a capacidade dos animais para fazer frente a fatores de estresse pode ser uma das melhores maneiras de aumentar a performance produtiva do que somente selecionar visando maior potencial de crescimento. Isto significa que o suíno deve ser capaz de adaptar-se mais rápido e de forma mais adequada às mudanças na dieta e aos fatores de estresse para alcançar rendimento eficiente de crescimento. A seleção genética seguramente vai desempenhar um papel importante para o avanço nesta capacidade dos animais.

      Estratégias nutricionais que dão suporte a velocidade e a eficácia com que os animais se adaptam aos estressores oferecem uma vantagem competitiva mais imediata na produção suína. Mais importante ainda, a capacidade do animal para fazer frente aos fatores de estresse também afetará o retorno do investimento das formulações das dietas e a rentabilidade do produtor.

      Gerenciamento da agilidade intestinal visando animais mais vigorosos

      O intestino é particularmente sensível aos fatores de estresse, desta forma, a ênfase deve ser dada ao intestino quando se quer melhorar a resposta adaptativa do suíno. A agilidade de adaptação intestinal é um novo termo definido para descrever a capacidade animal para adaptar-se aos fatores de estresse nutricionais através de resposta mais eficiente do ponto de vista energético e de forma mais rápida do que o faria normalmente. Os conceitos nutricionais de agilidade estão desenhados para capacitar os animais a adaptarem-se a uma variedade de fatores de estresse nutricionais, incluindo micotoxinas, tornando-os mais vigorosos e energeticamente mais eficientes. Se baseia em substâncias bioativas derivadas de plantas que reduzem as reações negativas ao estresse, como inflamação, estresse oxidativo, redução da integridade intestinal e diminuição do consumo de alimento geralmente observada em resposta a estes fatores.

      Os animais se tornam mais vigorosos frente aos desafios da dieta, o que resulta em um maior rendimento e bem-estar. Isto novamente contribuirá para a consistência na rentabilidade das dietas sob condições comerciais.

      Indicações Anco FIT

      Anco FIT é um ativador da agilidade de adaptação intestinal desenhado para o gerenciamento da agilidade de adaptação intestinal por meios nutricionais e é utilizado como um aditivo ao alimento completo. O uso de Anco FIT nas dietas suínas permite aos animais adaptarem-se aos fatores de estresse nutricionais de forma mais eficiente e a expressarem todo o potencial produtivo. Para o nutricionista, proporciona maior controle sobre a eficácia das dietas.

      Dietas pré iniciais: Anco FIT é recomendado nas dietas pré iniciais para ajudar os leitões a adaptarem-se ás transições de alimento de forma mais rápida e para dar suporte as defesas contra os fatores de estresse nutricionais, incluindo micotoxinas. Os resultados esperados incluem o aumento do consumo de alimento e crescimento durante esta importante etapa de desenvolvimento

      Dietas de crescimento e terminação: Devido ao alojamento em grupos, o consumo de alimento geralmente fica limitado por fatores físicos e de comportamento e a energia disponível nas dietas determinará o rendimento comercial, particularmente na fase de terminação. Anco FIT é indicado a dietas de suínos nas fases de crescimento e terminação para reduzir o desperdício energético resultante das reações de estresse como inflamação e estresse oxidativo. O incremento da agilidade de adaptação intestinal também dá suporte a absorção eficiente dos nutrientes no intestino. Os resultados esperados incluem maior eficiência alimentar, especialmente frente aos fatores de estresse nutricionais.

      Dietas de lactação: As demandas energéticas em fêmeas modernas de alta prolificidade são incrivelmente altas durante a lactação. A utilização eficiente da energia durante a fase de lactação não só afetará o rendimento da leitegada, como também a posterior performance reprodutiva desta fêmea.
      Anco FIT é recomendado nas dietas de porcas em lactação para reduzir o desperdício de energia metabólica observados em situações de estresse oxidativo e inflamação. O incremento da Agilidade de adaptação intestinal também dá suporte a absorção eficiente de nutrientes no intestino. Os resultados esperados incluem alto rendimento na lactação e capacidade reprodutiva da gestação posterior mais consistente devido a maior eficiência energética.