Gerenciamento de custo-eficácia das dietas suínas com Anco Fit

A consistência na relação custo-eficácia das dietas de suínos pode ser de difícil controle, porém é determinante para a rentabilidade do negócio. Novas abordagens na nutrição de suínos concentram-se na gestão da agilidade de adaptação intestinal para retornos mais seguros.

Com até 70% do custo de produção advindo do custo das rações, a consistência da relação custo-eficácia das dietas é fundamental para a rentabilidade. Para maximizar a oportunidade de lucro, os produtores devem ser cuidadosos no desenvolvimento de estratégias nutricionais que resultem em melhores retornos sobre os investimentos e / ou margem feitos sobre os custos de alimentação e instalações. No entanto, os estressores nutricionais presentes nas rações, os quais reduzem a digestibilidade de nutrientes, como endotoxinas, fatores anti-nutricionais e micotoxinas, muitas vezes frustram o que se esperava da resposta de desempenho das dietas. Dependendo da maior presença ou ausência desses estressores, a mesma dieta pode diferir em custo-eficácia. Esses estressores muitas vezes não são fáceis para o nutricionista controlar e são parte da realidade que os animais estão enfrentando nos sistemas de produção modernos.

Estressores nutricionais reduzem a relação custo-eficácia

Quando do desafio com estressores nutricionais, reações de estresse como, redução da integridade intestinal estresse oxidativo, inflamação, redução do apetite e alterações na microbiota intestinal, serão ativadas no animal. Isto não somente reduz a performance de crescimento, mas também prejudica a conversão alimentar e consequentemente a relação custo-eficácia das dietas. A conversão alimentar é prejudicada porque a energia destinada a produção é desperdiçada nas reações ao estresse.

Por exemplo, sob condições de estresse oxidativo e inflamação, 30% da redução de performance se explica pelo catabolismo e conversão alimentar necessária para controle da inflamação.

O estresse oxidativo é definido como a presença excessiva de Espécies Reativas do Oxigênio (ERO) frente a capacidade antioxidante disponíveis das células animais. O estresse oxidativo é um dos principais eventos observados no curso de doenças inflamatórias.

Aumentos na permeabilidade intestinal elevam a possibilidade de translocação de bactérias e/ou suas toxinas através da barreira intestinal. A endotoxemia resultante pode desencadear o início e a progressão de enfermidades. O aumento da translocação de endotoxinas através da barreira intestinal também podem estimular as células imunitárias a produzir citocinas pró-inflamatórias e prostaglandinas como PGE2, resultando assim em inflamação de baixo grau, o que novamente pode desperdiçar energia metabólica.

Independente da causa desencadeante, a resposta imune inata e inflamatória é ativada no animal com o objetivo de uma melhor capacidade para fazer frente a fatores de estresse infecciosos e não infecciosos. Ao mesmo tempo, esta resposta necessita ser controlada com precisão para evitar danos teciduais e desperdício de energia metabólica.

É sabido que certas micotoxinas, como DON (deoxivalenol), causam em suínos os tipos de reações de estresse mencionadas anteriormente. A DON também tem impacto significativo na redução de ingestão de alimentos em suínos, o que resulta em taxas de crescimento reduzidas. A DON é globalmente a micotoxina mais prevalente em ingredientes para nutrição animal e é de difícil controle e portanto pode ter um papel importante na relação custo-eficácia das dietas.

O que acontece se os suínos forem mais resistentes

O ideal seria que a resposta a estressores nutricionais consumissem o mínimo possível de energia ou que estas respostas tivessem a menor intensidade possível para termos melhor e mais consistente eficácia alimentar. Este seria o caso se os animais fossem inerentemente mais resistentes a fatores de estresse nutricionais ou fossem capazes de adaptarem-se a estes fatores de forma mais eficiente do ponto de vista energético.

Evidencias científicas sugerem que em matéria de seleção genética, melhorar a capacidade dos animais para fazer frente a fatores de estresse pode ser uma das melhores maneiras de aumentar a performance produtiva do que somente selecionar visando maior potencial de crescimento. Isto significa que o suíno deve ser capaz de adaptar-se mais rápido e de forma mais adequada às mudanças na dieta e aos fatores de estresse para alcançar rendimento eficiente de crescimento. A seleção genética seguramente vai desempenhar um papel importante para o avanço nesta capacidade dos animais.

Estratégias nutricionais que dão suporte a velocidade e a eficácia com que os animais se adaptam aos estressores oferecem uma vantagem competitiva mais imediata na produção suína. Mais importante ainda, a capacidade do animal para fazer frente aos fatores de estresse também afetará o retorno do investimento das formulações das dietas e a rentabilidade do produtor.

Gerenciamento da agilidade intestinal visando animais mais vigorosos

O intestino é particularmente sensível aos fatores de estresse, desta forma, a ênfase deve ser dada ao intestino quando se quer melhorar a resposta adaptativa do suíno. A agilidade de adaptação intestinal é um novo termo definido para descrever a capacidade animal para adaptar-se aos fatores de estresse nutricionais através de resposta mais eficiente do ponto de vista energético e de forma mais rápida do que o faria normalmente. Os conceitos nutricionais de agilidade estão desenhados para capacitar os animais a adaptarem-se a uma variedade de fatores de estresse nutricionais, incluindo micotoxinas, tornando-os mais vigorosos e energeticamente mais eficientes. Se baseia em substâncias bioativas derivadas de plantas que reduzem as reações negativas ao estresse, como inflamação, estresse oxidativo, redução da integridade intestinal e diminuição do consumo de alimento geralmente observada em resposta a estes fatores.

Os animais se tornam mais vigorosos frente aos desafios da dieta, o que resulta em um maior rendimento e bem-estar. Isto novamente contribuirá para a consistência na rentabilidade das dietas sob condições comerciais.

Indicações Anco FIT

Anco FIT é um ativador da agilidade de adaptação intestinal desenhado para o gerenciamento da agilidade de adaptação intestinal por meios nutricionais e é utilizado como um aditivo ao alimento completo. O uso de Anco FIT nas dietas suínas permite aos animais adaptarem-se aos fatores de estresse nutricionais de forma mais eficiente e a expressarem todo o potencial produtivo. Para o nutricionista, proporciona maior controle sobre a eficácia das dietas.

Dietas pré iniciais: Anco FIT é recomendado nas dietas pré iniciais para ajudar os leitões a adaptarem-se ás transições de alimento de forma mais rápida e para dar suporte as defesas contra os fatores de estresse nutricionais, incluindo micotoxinas. Os resultados esperados incluem o aumento do consumo de alimento e crescimento durante esta importante etapa de desenvolvimento

Dietas de crescimento e terminação: Devido ao alojamento em grupos, o consumo de alimento geralmente fica limitado por fatores físicos e de comportamento e a energia disponível nas dietas determinará o rendimento comercial, particularmente na fase de terminação. Anco FIT é indicado a dietas de suínos nas fases de crescimento e terminação para reduzir o desperdício energético resultante das reações de estresse como inflamação e estresse oxidativo. O incremento da agilidade de adaptação intestinal também dá suporte a absorção eficiente dos nutrientes no intestino. Os resultados esperados incluem maior eficiência alimentar, especialmente frente aos fatores de estresse nutricionais.

Dietas de lactação: As demandas energéticas em fêmeas modernas de alta prolificidade são incrivelmente altas durante a lactação. A utilização eficiente da energia durante a fase de lactação não só afetará o rendimento da leitegada, como também a posterior performance reprodutiva desta fêmea.
Anco FIT é recomendado nas dietas de porcas em lactação para reduzir o desperdício de energia metabólica observados em situações de estresse oxidativo e inflamação. O incremento da Agilidade de adaptação intestinal também dá suporte a absorção eficiente de nutrientes no intestino. Os resultados esperados incluem alto rendimento na lactação e capacidade reprodutiva da gestação posterior mais consistente devido a maior eficiência energética.

A Anco Brasil será liderada por Marcelo Blumer

Marcelo Blumer se junta à equipe da ANCO como Diretor Executivo Anco Brasil. Possui 15 anos de experiência comercial na indústria de saúde e nutrição animal com foco no mercado brasileiro. Seus papéis anteriores incluíram cargos de nível sênior em vendas e marketing em empresas de saúde animal.

Em sua nova função, Marcelo será responsável por toda a implantação e gestão da operação da ANCO Brasil e será o principal contato para todos os clientes no Brasil e responsável pelo desenvolvimento de negócios.

Marcelo graduou-se da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (UNESP) com um grau de ciência veterinária. Ele também fez um MBA em Gestão de Agronegócios da FGV no Brasil.

A equipe da ANCO se beneficiará estrategicamente do seu conhecimento do mercado brasileiro e dos cliente e com experiência na gestão de equipes de alto desempenho. Está animado para fornecer sua contribuição para o crescimento global do negócio.

Marcelo Blumer comenta seu novo desafio: “Estou ansioso para fazer parte da equipe da Anco. O Agronegócio no Brasil é altamente competitiva e acredito que a linha de produtos Anco FIT apresenta soluções tecnologicas que podem oferecer excelente suporte para negócios competitivos como os temos no Brasil “.